Turistas inesperados: pinguins aparecem em praias do Paraná neste inverno
As aves, que procuram por alimento e águas mais quentes, acabam desviando da rota de migração e ficam encalhadas no litoral
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Bianka Santos, com informações da Rede Massa
08/07/2025, 14:24 • Atualizado em 08/07/2025, 14:29
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Pinguins-de-Magalhães | Divulgação/UFPR
No inverno, é comum que as praias sejam pouco frequentadas, mas não é o caso do litoral do Paraná, que recebe centenas de turistas pouco comuns: pinguins-de-Magalhães. Na busca por alimentos e águas mais quentes, as aves marinhas acabam desviando da rota de migração e param nas praias do estado paranaense, ficando encalhadas.
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Alguns pinguins, infelizmente, perdem a vida nessa situação, mas outros conseguem ser resgatados vivos e debilitados. Nesse caso, eles são encaminhados para o Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise da Saúde da Fauna Marinha (CReD) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde passam por e triagem clínica, avaliação nutricional, tratamento com fluido e dieta adequada, controle da temperatura corporal e acompanhamento diário. Quando recuperados, são devolvidos à natureza.
Os pinguins-de-Magalhães costumam aparecer na região no período entre julho e setembro. Só na última década, mais de oito mil registros de pinguins da Patagônia na orla paranaense.
Em 2025, 109 animais foram resgatados e devolvidos à natureza. Só no último final de semana, 11 aves foram recuperadas e 20 encontradas mortas, com sinais de interação com redes de pesca.
Grande parte dos encalhes ocorre entre indivíduos jovens, que exibem plumagem acinzentada, em processo de mudança, e têm menor resistência à longa jornada.
A UFPR orienta que os encalhes devem aumentar nas próximas semanas e detalha como a população deve reagir caso encontre um desses pinguins-de-Magalhães:
Não tocar, manipular ou tentar devolvê-lo ao mar;
Manter distância e afastar animais domésticos;
Acionar imediatamente a equipe do PMP-BS;
Telefone para contato no Paraná: 0800 642 33 41 ou pelo WhatsApp no (41) 99213-8746.
Turistas inesperados: pinguins aparecem em praias do Paraná neste invernoAs aves, que procuram por alimento e águas mais quentes, acabam desviando da rota de migração e ficam encalhadas no litoralBrasil2025-07-08T14:24:01.827ZNo inverno, é comum que as praias sejam pouco frequentadas, mas não é o caso do litoral do Paraná, que recebe centenas de turistas pouco comuns: pinguins-de-Magalhães. Na busca por alimentos e águas mais quentes, as aves marinhas acabam desviando da rota de migração e param nas praias do estado paranaense, ficando encalhadas. Alguns pinguins, infelizmente, perdem a vida nessa situação, mas outros conseguem ser resgatados vivos e debilitados. Nesse caso, eles são encaminhados para o Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise da Saúde da Fauna Marinha (CReD) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde passam por e triagem clínica, avaliação nutricional, tratamento com fluido e dieta adequada, controle da temperatura corporal e acompanhamento diário. Quando recuperados, são devolvidos à natureza. Chegada das aves Os pinguins-de-Magalhães costumam aparecer na região no período entre julho e setembro. Só na última década, mais de oito mil registros de pinguins da Patagônia na orla paranaense. Em 2025, 109 animais foram resgatados e devolvidos à natureza. Só no último final de semana, 11 aves foram recuperadas e 20 encontradas mortas, com sinais de interação com redes de pesca. Grande parte dos encalhes ocorre entre indivíduos jovens, que exibem plumagem acinzentada, em processo de mudança, e têm menor resistência à longa jornada. A UFPR orienta que os encalhes devem aumentar nas próximas semanas e detalha como a população deve reagir caso encontre um desses pinguins-de-Magalhães: São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/turistas-inesperados-pinguins-aparecem-em-praias-do-parana-neste-inverno