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Luis Felipe Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves poderão responder por homicídio com dolo eventual (quando assume o risco), qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Também foi pedida a manutenção da prisão preventiva do trio.
A quarta denunciada, Evelyne dos Santos Gonçalves, organizadora do evento, foi apontada pela prática do mesmo crime, mas por omissão imprópria, na condição de garantidora da segurança dos participantes. Segundo a polícia, ela tentou eliminar provas da queda durante investigação. Por isso, ela é acusada também de fraude processual. O MP pediu que a prisão temporária sde Evelyne eja comvertida em preventiva. Os promotores pedem também R$ 200 mil em reparação por danos.
Na denúncia, o Ministério Público sustenta que os responsáveis pela execução do salto tinham pleno conhecimento dos riscos da atividade, mas deixaram de adotar cautelas necessárias, como a conferência da conexão da corda de segurança e a realização da dupla checagem dos equipamentos.
Os promotores também apontam que o grupo atuava sem definição clara de funções, explorava comercialmente a atividade sem atender às exigências legais e priorizava interesses econômicos e a divulgação dos saltos nas redes sociais em detrimento da segurança dos participantes.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu durante um salto de rope jump na "Ponte do Esqueleto", em Limeira (SP)
Rope jump: MP denuncia quatro por morte em saltoJovem de 21 anos morreu após ser arremessada sem corda de uma altura de cerca de 40 metros no interior de São PauloBrasil2026-07-08T16:24:17.059ZO Ministério Público Estadual denunciou as quatro pessoas presas acusadas pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que em Limeira, no interior de São Paulo. Luis Felipe Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves poderão responder por homicídio com dolo eventual (quando assume o risco), qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Também foi pedida a manutenção da prisão preventiva do trio. A quarta denunciada, Evelyne dos Santos Gonçalves, organizadora do evento, foi apontada pela prática do mesmo crime, mas por omissão imprópria, na condição de garantidora da segurança dos participantes. Segundo a polícia, ela tentou eliminar provas da queda durante investigação. Por isso, ela é acusada também de fraude processual. O MP pediu que a prisão temporária sde Evelyne eja comvertida em preventiva. Os promotores pedem também R$ 200 mil em reparação por danos. Na denúncia, o Ministério Público sustenta que os responsáveis pela execução do salto tinham pleno conhecimento dos riscos da atividade, mas deixaram de adotar cautelas necessárias, como a conferência da conexão da corda de segurança e a realização da dupla checagem dos equipamentos. Os promotores também apontam que o grupo atuava sem definição clara de funções, explorava comercialmente a atividade sem atender às exigências legais e priorizava interesses econômicos e a divulgação dos saltos nas redes sociais em detrimento da segurança dos participantes. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/rope-jump-mp-denuncia-quatro-por-morte-em-salto
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