Brasil

Mulher internada após usar caneta emagrecedora do Paraguai é diagnosticada com síndrome de Guillain-Barré

Medicamento era vendido de forma ilegal e não tinha registro na Anvisa

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Kellen Oliveira Bretas Antunes foi foi diagnosticada com Síndrome de Guillain-Barré (SGB) | Foto: reprodução/redes sociais

Kellen Oliveira Bretas Antunes foi internada após usar uma caneta emagrecedora trazida do Paraguai, vendida de forma ilegal e sem prescrição médica. Segundo parentes, ela foi diagnosticada com a síndrome de Guillain-Barré (SGB), um distúrbio neurológico raro.

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O problema de saúde teve início em dezembro, quando a auxiliar administrativa começou a utilizar a caneta emagrecedora, que não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Medicamentos sem registro no Brasil só podem ser importados de forma excepcional e para uso exclusivamente pessoal. A liberação depende de prescrição médica e do cumprimento de requisitos adicionais estabelecidos pela Anvisa.

Os médicos ainda avaliam se o uso da caneta emagrecedora foi, de fato, o gatilho para o desenvolvimento do distúrbio neurológico.

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