Artista de Ceilândia, de 56 anos, foi referência no rap, no grafite e no breaking e enfrentava um câncer
Caio Barcellos
06/07/2026, 00:15 • Atualizado em 06/07/2026, 00:16
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O rapper Rivas Alves, conhecido como Rivas Álibi e Kabala, morreu neste domingo (5), aos 56 anos. O artista enfrentava um câncer e teve a morte confirmada pela família nas redes sociais.
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Rivas foi um dos maiores nomes da formação da cena hip-hop no Distrito Federal. Ligado a Ceilândia, atuou por mais de 4 décadas como rapper, grafiteiro e b-boy. Também integrou o grupo Álibi, um dos pioneiros do rap brasiliense, ao lado do irmão DJ Jamaika, morto em 2023.
Ele também foi um dos nomes ligados à Casa do Hip-Hop de Ceilândia DJ Jamaika, espaço criado para preservar a memória do movimento, promover oficinas e valorizar artistas da cultura urbana. O local funciona próximo à estação Ceilândia Centro e se tornou ponto de encontro de artistas, educadores e coletivos da região.
Em entrevista ao projeto Peso 061, Rivas disse ter começado no hip-hop em bailes de funk e soul frequentados por jovens da periferia do DF no início dos anos 1980. Na época, segundo ele, o contato com a cultura hip-hop vinha principalmente pelos DJs, que conseguiam acessar lançamentos internacionais.
Nos últimos anos, Rivas também apresentava, ao lado de Rei, o Rap Total Podcast, dedicado à memória e aos debates sobre a cena musical de Brasília.
“Hoje nos despedimos de um grande artista, cuja criatividade, talento, fé e sensibilidade marcaram a vida de muitas pessoas! Rivas deixa um legado que vai além de sua arte e deixa lembranças, inspiração e a certeza de que seu legado continuará vivo no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo e acompanhar sua trajetória”, disse a família em nota.
Os familiares também agradeceram as mensagens de apoio recebidas durante o tratamento.
Morre Rivas Álibi, pioneiro do rap no DFArtista de Ceilândia, de 56 anos, foi referência no rap, no grafite e no breaking e enfrentava um câncerBrasil2026-07-06T00:15:55.524ZO rapper Rivas Alves, conhecido como Rivas Álibi e Kabala, morreu neste domingo (5), aos 56 anos. O artista enfrentava um câncer e teve a morte confirmada pela família nas redes sociais. Rivas foi um dos maiores nomes da formação da cena hip-hop no Distrito Federal. Ligado a Ceilândia, atuou por mais de 4 décadas como rapper, grafiteiro e b-boy. Também integrou o grupo Álibi, um dos pioneiros do rap brasiliense, ao lado do irmão DJ Jamaika, morto em 2023. Ele também foi um dos nomes ligados à Casa do Hip-Hop de Ceilândia DJ Jamaika, espaço criado para preservar a memória do movimento, promover oficinas e valorizar artistas da cultura urbana. O local funciona próximo à estação Ceilândia Centro e se tornou ponto de encontro de artistas, educadores e coletivos da região. Em entrevista ao projeto Peso 061, Rivas disse ter começado no hip-hop em bailes de funk e soul frequentados por jovens da periferia do DF no início dos anos 1980. Na época, segundo ele, o contato com a cultura hip-hop vinha principalmente pelos DJs, que conseguiam acessar lançamentos internacionais. Nos últimos anos, Rivas também apresentava, ao lado de Rei, o Rap Total Podcast, dedicado à memória e aos debates sobre a cena musical de Brasília. “Hoje nos despedimos de um grande artista, cuja criatividade, talento, fé e sensibilidade marcaram a vida de muitas pessoas! Rivas deixa um legado que vai além de sua arte e deixa lembranças, inspiração e a certeza de que seu legado continuará vivo no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo e acompanhar sua trajetória”, disse a família em nota. Os familiares também agradeceram as mensagens de apoio recebidas durante o tratamento. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/morre-rivas-alibi-pioneiro-do-rap-no-df
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