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Francisca também tem ligação familiar com o primeiro óbito confirmado: Manoel Leandro da Silva, de 18 anos, é seu irmão. O padrasto da mulher, que também passou mal, já teve alta hospitalar, além de uma irmã, um amigo e uma amiga.
A tragédia envolvendo o mesmo núcleo familiar começou ainda em 2024, quando a dona de casa perdeu outros dois filhos envenenados. Ulisses, de 8 anos, e João Miguel, de 7, comeram cajus com chumbinho, dados supostamente por uma vizinha. A mulher segue presa.
A investigação sobre o suposto envenenamento coletivo é presidida pelo delegado Abimael Silva, da Delegacia de Homicídios de Parnaíba. Pelo depoimento de um dos sobreviventes, foi possível constatar que nenhuma pessoa de fora do núcleo familiar teve acesso à residência durante o preparo do almoço.
Um saco com peixes da espécie manjuba, que foi entregue para a família como doação, está sendo analisado, bem como amostras do restante dos alimentos. O casal que entregou a cesta básica já foi ouvido e, no momento, não é mais tratado como suspeito.
"São pessoas que fazem esse tipo de filantropia há bastante, tempo naquela comunidade. Foi levantado que já é comum eles fazerem esse tipo de doação, não só para essa família, mas para várias pessoas da comunidade", explica o delegado Célio Benício, diretor do policiamento do interior do Piauí.
A Polícia Civil do Piauí aguarda o resultado de exames periciais para esclarecer o caso. Ainda não há confirmação se o suposto envenenamento coletivo tem ligação com a morte dos garotos que comeram os cajus com chumbinho.
Passaram mal depois de almoço
Um jovem de 18 anos e um bebê de 1 ano e 8 meses morreram com sinais de intoxicação alimentar na cidade de Parnaíba, no Piauí. Outras sete pessoas, quatro adultos e três crianças, também passaram mal e foram internadas.
Testemunhas disseram que a família recebeu doações de uma cesta básica e de peixes da espécie manjuba. A informação inicial era que os alimentos teriam sido doados, mas a Polícia Civil do Piauí já confirmou que o arroz foi preparado na casa da família.
Na casa da família, a polícia recolheu todos os materiais, como peixe e arroz, que foram encaminhados para a perícia. A polícia já trabalha com algumas linhas de investigação. A primeira é que o peixe servido à família tenha sido contaminado em um aquífero da região.
Outra possibilidade é que exista uma ligação com o envenenamento de duas crianças da mesma família, em agosto de 2024.
Entenda elo familiar das 9 vítimas de suposto envenenamento no PiauíDuas pessoas que comeram os alimentos doados, entre elas um bebê de 1 ano e 8 meses, morreramBrasil2025-01-05T13:45:12.776ZDas 9 pessoas que passaram mal com , quatro deixaram o hospital, três seguem internadas e duas morreram. Entre as vítimas estão mãe e filhos. Francisca Maria da Silva, de 32 anos, é mãe de Igno Davi Silva, de 1 ano e 8 meses, um dos mortos, e das . Francisca também tem ligação familiar com o primeiro óbito confirmado: Manoel Leandro da Silva, de 18 anos, é seu irmão. O padrasto da mulher, que também passou mal, já teve alta hospitalar, além de uma irmã, um amigo e uma amiga. A tragédia envolvendo o mesmo núcleo familiar começou ainda em 2024, quando a dona de casa perdeu outros dois filhos envenenados. Ulisses, de 8 anos, e João Miguel, de 7, comeram cajus com chumbinho, dados supostamente por uma vizinha. A mulher segue presa. A investigação sobre o suposto envenenamento coletivo é presidida pelo delegado Abimael Silva, da Delegacia de Homicídios de Parnaíba. Pelo depoimento de um dos sobreviventes, foi possível constatar que nenhuma pessoa de fora do núcleo familiar teve acesso à residência durante o preparo do almoço. Um saco com peixes da espécie manjuba, que foi entregue para a família como doação, está sendo analisado, bem como amostras do restante dos alimentos. O casal que entregou a cesta básica já foi ouvido e, no momento, não é mais tratado como suspeito. "São pessoas que fazem esse tipo de filantropia há bastante, tempo naquela comunidade. Foi levantado que já é comum eles fazerem esse tipo de doação, não só para essa família, mas para várias pessoas da comunidade", explica o delegado Célio Benício, diretor do policiamento do interior do Piauí. A Polícia Civil do Piauí aguarda o resultado de exames periciais para esclarecer o caso. Ainda não há confirmação se o suposto envenenamento coletivo tem ligação com a morte dos garotos que comeram os cajus com chumbinho. Passaram mal depois de almoço Um jovem de 18 anos e um bebê de 1 ano e 8 meses morreram com sinais de intoxicação alimentar na cidade de Parnaíba, no Piauí. Outras sete pessoas, quatro adultos e três crianças, também passaram mal e foram internadas. Testemunhas disseram que a família recebeu doações de uma cesta básica e de peixes da espécie manjuba. A informação inicial era que os alimentos teriam sido doados, mas a Polícia Civil do Piauí já confirmou que o arroz foi preparado na casa da família. Na casa da família, a polícia recolheu todos os materiais, como peixe e arroz, que foram encaminhados para a perícia. A polícia já trabalha com algumas linhas de investigação. A primeira é que o peixe servido à família tenha sido contaminado em um aquífero da região. Outra possibilidade é que exista uma ligação com o envenenamento de duas crianças da mesma família, em agosto de 2024.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/entenda-elo-familiar-das-9-vitimas-de-suposto-envenenamento-no-piaui
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