Elefante Sandro é alvo de disputa entre promotoria, entidades e Prefeitura de Sorocaba (SP)
Entidades alegam que espaço onde o bicho está é pequeno e pedem transferência para santuário
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SBT Brasil
Um gigante que fica pequeno perto da briga judicial que envolve ele. De um lado está a Prefeitura de Sorocaba, interior de São Paulo. Do outro, estão entidades dos direitos dos animais, junto ao Ministério Público do Estado. A discussão entre as partes é antiga quando o assunto é a permanência do elefante Sandro no Zoológico Municipal Quinzinho de Barros.
Em 2022, o MP ajuizou uma ação civil pública para que Sandro seja transferido para o Santuário de Elefantes, na Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso. Atualmente lá vivem cinco elefantas resgatadas. O documento de três anos atrás alegava que o recinto, em que ainda hoje vive o animal, não tinha espaço suficiente para que o mamífero de grande porte viva de forma saudável.
Em abril de 2022, a Justiça negou a transferência do Sandro baseada no argumento de que o transporte podia trazer riscos à saúde dele, por conta da idade avançada. Recentemente, o Tribunal de Justiça solicitou uma nova perícia para determinar as condições de saúde do elefante e voltar a debater o que seria melhor para ele: viver no zoo ou no santuário.
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Sandro tem mais de 50 anos e vive há 40 no Quinzinho de Barros. Até 2020, ele tinha uma companheira, a Haisa. Com a morte dela, aumentaram as preocupações sobre o bem-estar emocional do bicho.
O biólogo Caio Fernandes acredita que outros fatores precisam ser levados em consideração para a decisão de transferir ou não o Sandro, como a adaptação dele a um novo lugar depois de tanto tempo.
"Como ele é o primeiro macho a chegar ao santuário, então a gente não sabe qual vai ser a atitude que ele vai tomar e que as fêmeas vão tomar também. A gente não faz ideia do que possa acontecer, se vale todo esse estresse", argumenta.
Elefante Sandro é alvo de disputa entre promotoria, entidades e Prefeitura de Sorocaba (SP)Entidades alegam que espaço onde o bicho está é pequeno e pedem transferência para santuárioBrasil2025-03-30T01:43:18.448ZUm gigante que fica pequeno perto da briga judicial que envolve ele. De um lado está a Prefeitura de Sorocaba, interior de São Paulo. Do outro, estão entidades dos direitos dos animais, junto ao Ministério Público do Estado. A discussão entre as partes é antiga quando o assunto é a permanência do elefante Sandro no Zoológico Municipal Quinzinho de Barros. Em 2022, o MP ajuizou uma ação civil pública para que Sandro seja transferido para o Santuário de Elefantes, na Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso. Atualmente lá vivem cinco elefantas resgatadas. O documento de três anos atrás alegava que o recinto, em que ainda hoje vive o animal, não tinha espaço suficiente para que o mamífero de grande porte viva de forma saudável. Em abril de 2022, a Justiça negou a transferência do Sandro baseada no argumento de que o transporte podia trazer riscos à saúde dele, por conta da idade avançada. Recentemente, o Tribunal de Justiça solicitou uma nova perícia para determinar as condições de saúde do elefante e voltar a debater o que seria melhor para ele: viver no zoo ou no santuário. Mais de 50 anos Sandro tem mais de 50 anos e vive há 40 no Quinzinho de Barros. Até 2020, ele tinha uma companheira, a Haisa. Com a morte dela, aumentaram as preocupações sobre o bem-estar emocional do bicho. O biólogo Caio Fernandes acredita que outros fatores precisam ser levados em consideração para a decisão de transferir ou não o Sandro, como a adaptação dele a um novo lugar depois de tanto tempo. "Como ele é o primeiro macho a chegar ao santuário, então a gente não sabe qual vai ser a atitude que ele vai tomar e que as fêmeas vão tomar também. A gente não faz ideia do que possa acontecer, se vale todo esse estresse", argumenta. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/elefante-sandro-e-alvo-de-disputa-entre-promotoria-entidades-e-prefeitura-de-sorocaba