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Egípcia grávida e filhos são autorizados a entrar no Brasil após mais de 30 dias em aeroporto

Pai das crianças segue aguardando a aprovação de um pedido de refúgio no aeroporto de Guarulhos

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Egípcia grávida e filhos são autorizados a entrar no Brasil após mais de 30 dias em aeroporto

Uma mulher egípcia grávida e seus dois filhos conseguiram entrar no Brasil após mais de 30 dias retidos no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Apesar da boa notícia, Abdallah Saad Ali Montaser, pai das crianças, segue aguardando a aprovação de um pedido de refúgio.

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No final de abril, a defesa da família de Abdallah denunciou a falta de auxílio médico no aeroporto e violação humanitária, especialmente diante da condição de saúde da mulher, que se aproxima da reta final da gravidez e sofre de diabetes gestacional.

O Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC) afirma que acompanhou "ao menos quatro situações semelhantes envolvendo retenções prolongadas na área restrita do Aeroporto de Guarulhos".

"Os casos "revelam a adoção de procedimentos que têm resultado em permanências compulsórias prolongadas, sem acesso adequado à informação, ao contraditório e à ampla defesa", afirma o CDHIC.

A defesa da família também destaca que Abdallah possui histórico de trânsito internacional regular, com concessão de vistos por diferentes países, inclusive com rigorosos critérios migratórios, o que reforça a ausência de elementos concretos que indiquem risco à segurança.

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