Casamentos homoafetivos avançam no Brasil impulsionados por uniões entre mulheres
Dados do IBGE revelam crescimento de quase 6% nas uniões entre mulheres, no período entre 2022 e 2023; casamentos masculinos apresentam queda
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Júlia Zuin
17/05/2025, 02:35 • Atualizado em 17/05/2025, 02:35
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Casamentos homoafetivos avançam no Brasil impulsionados por uniões entre mulheres | Foto: Canva
O casamento entre mulheres cresceu em 5,9% entre 2022 e 2023, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram contabilizados 7 mil registros deste tipo de união, um recorde de conjugações não heteronormativas, ou seja, que não são uma união entre homem e mulher.
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Já o compromisso entre os homens, diante do mesmo período, diminuiu 4,9% no mesmo período. Ao todo, o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo aumentou em 1,6% entre 2022 (11.022) e 2023 (11.198). Os casamento entre mulheres representam 62,7% deste universo.
A Pesquisa Estatísticas do Registro Civil mostrou também que casais do mesmo sexo casam, em média, entre os 32 e 34 anos (mulheres e homens, respectivamente). Em relação aos indivíduos héteros, a idade média foi calculada em torno de 29 e 31;
Sobre a história do casamento LGBTQIAP+ no Brasil
A relação entre pessoas do mesmo sexo já foi considerada crime no Brasil, proibida até 1830.
A união estável homoafetiva só foi autorizada em maio de 2013 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
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Em 2015, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou que casais com integrantes do mesmo sexo poderiam participar de programas de adoção de crianças.
Em 2018, o STF também reconheceu que qualquer cidadão possui o direito de escolher seu respectivo nome, incluindo pessoas trans, que passaram a ter o direito também de modificar o gênero em seus documentos.
Casamentos homoafetivos avançam no Brasil impulsionados por uniões entre mulheresDados do IBGE revelam crescimento de quase 6% nas uniões entre mulheres, no período entre 2022 e 2023; casamentos masculinos apresentam queda
Brasil2025-05-17T02:35:36.836ZO casamento entre mulheres cresceu em 5,9% entre 2022 e 2023, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram contabilizados 7 mil registros deste tipo de união, um recorde de conjugações não heteronormativas, ou seja, que não são uma união entre homem e mulher. Já o compromisso entre os homens, diante do mesmo período, diminuiu 4,9% no mesmo período. Ao todo, o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo aumentou em 1,6% entre 2022 (11.022) e 2023 (11.198). Os casamento entre mulheres representam 62,7% deste universo. A Pesquisa Estatísticas do Registro Civil mostrou também que casais do mesmo sexo casam, em média, entre os 32 e 34 anos (mulheres e homens, respectivamente). Em relação aos indivíduos héteros, a idade média foi calculada em torno de 29 e 31; Sobre a história do casamento LGBTQIAP+ no Brasil A relação entre pessoas do mesmo sexo já foi considerada crime no Brasil, proibida até 1830. A união estável homoafetiva só foi autorizada em maio de 2013 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em 2015, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou que casais com integrantes do mesmo sexo poderiam participar de programas de adoção de crianças. Em 2018, o STF também reconheceu que qualquer cidadão possui o direito de escolher seu respectivo nome, incluindo pessoas trans, que passaram a ter o direito também de modificar o gênero em seus documentos. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/casamentos-homoafetivos-avancam-no-brasil-impulsionados-por-unioes-entre-mulheres
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