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Brasil

Autoridades reagem a ataque em posto da PRF e garantem reforço na segurança institucional

Caminhoneiro indignado com julgamento de Bolsonaro bateu em viaturas da Polícia Rodoviária no DF

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Nesta quarta-feira (26), após o lançamento do Observatório Brasileiro de Informação sobre Drogas (Obid), o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antônio Fernando Souza Oliveira, comentaram sobre o ataque de um caminhoneiro a um posto e viaturas da PRF durante a madrugada, no Distrito Federal.

Em entrevista coletiva, Lewandowski declarou: “Vamos apurar se ele agiu sozinho, num momento de insensatez, ou se havia alguma ligação externa. É o inquérito policial que trará essas respostas.”

Mais cedo, ele disse que a investigação usará um vídeo publicado na internet para verificar se foi "um ato tresloucado ou de terrorismo".

+ Caminhoneiro indignado com julgamento de Bolsonaro bate em viaturas da PRF no DF

Já o diretor-geral da PRF, Antônio Fernando Souza Oliveira, garantiu que a vigilância foi reforçada sobre todas as informações que possam ameaçar a integridade institucional.

“Como instituição, eu posso garantir à sociedade que estamos prontos para atuar e que nenhuma ameaça vai diminuir a força da Polícia Rodoviária Federal”, disse.

O caminhoneiro Márcio Pinheiro Saldanha invadiu um posto da PRF e bateu intencionalmente em duas viaturas, no Recanto das Emas, na BR-060. Segundo um vídeo gravado por ele, o ato foi um protesto contra o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).

O homem foi preso em flagrante, apresentava sinais de embriaguez e, após ser autuado, ainda tentou subornar os policiais oferecendo R$ 14 mil.

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O caso segue investigado pela polícia judiciária, com a colaboração da PRF, Polícia Federal e inteligências de outros órgãos.

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