Brasil

Atos no Rio de Janeiro marcam os seis anos da morte de Marielle e Anderson

Vereadora e o motorista Anderson Gomes foram assassinados em uma emboscada em 2018

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Raíza Chaves
Marielle

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Um ato simbólico organizado pela viúva da Marielle Franco, vereadora Monica Benicio aconteceu, nesta quinta-feira (14), na escadaria da Câmara Municipal do Rio, para marcar os seis anos da morte de Marielle e do motorista Anderson Gomes. Faixas foram estendidas na fachada do Palácio Pedro Ernesto cobrando respostas.

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O evento teve a presença de amigos, alguns familiares e nomes da política, como os deputados federais Henrique Vieira, Tarcísio Mota e Talíria Petroni, do PSOL. Em seguida, acontece uma missa na Igreja Nossa Senhora do Parto, também no Centro do Rio. Um terceiro ato está marcado para acontecer no tradicional Buraco do Lume, na Praça Mario Lago.

O PSOL, partido pelo qual Marielle foi eleita vereadora em 2016 também está organizando ações pontuais em vários bairros da cidade.

Mônica Benício

Em entrevista ao SBT News, a viúva Mônica Benício comentou sobre como se sente 2.192 dias após as mortes. Ela, que se tornou vereadora em 2020, no ano em que Marielle poderia ter sido reeleita, definiu o sentimento da família e amigos das vítimas ao chegar nesta data.

O próprio processo de investigação passou a ocupar um lugar central nos noticiários. A Polícia Civil teve em torno de cinco delegados responsáveis pelo caso na Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro. No Ministério Público Estadual, pelo menos três equipes diferentes atuaram no caso durante esses anos.

Marielle Franco

Marielle Franco era uma socióloga e ativista política que cresceu no Complexo da Maré, comunidade da zona norte do Rio de Janeiro. Filiada ao Psol, trabalhou por dez anos no gabinete do então deputado estadual Marcelo Freixo, hoje presidente da Embratur no governo Lula.

Anderson Gomes

Já Anderson Gomes tinha 39 anos quando foi assassinado com três tiros nas costas. Ele trabalhava como motorista particular e também para aplicativos de transportes.

Eles foram vítimas de uma emboscada, na noite de 14 de março de 2018, no bairro do Estácio, no centro do Rio de Janeiro.

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