Rio registra primeiro caso de febre oropouche, transmitida por mosquito
Homem infectado mora na zona sul do Rio e esteve no Amazonas, onde a doença está em alta
S
SBT News
Pernilongo pica ser humano (Divulgação/CRBio 08)
O Rio de Janeiro registrou nesta quinta-feira (29) o primeiro caso de febre oropouche do Estado. A doença, transmitida por mosquitos, está em alta no Amazonas, onde houve 672 casos em 2023 e um número crescente nesse começo de ano. O paciente infectado no Rio esteve no Amazonas.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, o doente é um homem de 42 anos, morador do bairro Humaitá, na zona sul do Rio. Ele não precisou ser internado e apresenta boa evolução do quadro clínico.
A confirmação do caso foi feita por meio de exame laboratorial na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A Secretaria de Saúde considera o caso como “importado”, ou seja, não há circulação doméstica (dentro do Estado do Rio de Janeiro) do vírus, já que o homem viajou ao Amazonas.
A secretária de Saúde fluminense, Claudia Mello, afirmou segue acompanhando o caso.
"Como o sintomas são muito parecidos com os da dengue, é importante que os médicos perguntem, logo no primeiro atendimento, se o paciente viajou para região Norte do país recentemente e, da mesma forma, quem viajou para a região Norte deve relatar esta informação, contribuindo para um diagnóstico mais preciso e o tratamento adequado.”
A febre oropouche é causada por um arbovírus. A transmissão acontece por mosquitos, principalmente o Culicoides paraensis, conhecido como maruim, e pelo Culex quinquefasciatus, o pernilongo.
Saiba os sintomas da febre oropouche
Os sintomas da febre oropouche são muito parecidos com os da dengue, duram entre dois e sete dias e incluem febre de início súbito, dor de cabeça intensa, dor nas costas e na lombar e dor articular. Também pode haver tosse, tontura, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos.
Não há tratamento específico, mas os pacientes devem fazer repouso e tratar os sintomas com acompanhamento médico.
Rio registra primeiro caso de febre oropouche, transmitida por mosquitoHomem infectado mora na zona sul do Rio e esteve no Amazonas, onde a doença está em altaSaúde2024-03-01T00:37:30.852ZO Rio de Janeiro registrou nesta quinta-feira (29) o primeiro caso de febre oropouche do Estado. A doença, transmitida por mosquitos, está em alta no Amazonas, onde houve 672 casos em 2023 e um número crescente nesse começo de ano. O paciente infectado no Rio esteve no Amazonas. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, o doente é um homem de 42 anos, morador do bairro Humaitá, na zona sul do Rio. Ele não precisou ser internado e apresenta boa evolução do quadro clínico. A confirmação do caso foi feita por meio de exame laboratorial na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A Secretaria de Saúde considera o caso como “importado”, ou seja, não há circulação doméstica (dentro do Estado do Rio de Janeiro) do vírus, já que o homem viajou ao Amazonas. A secretária de Saúde fluminense, Claudia Mello, afirmou segue acompanhando o caso. "Como o sintomas são muito parecidos com os da dengue, é importante que os médicos perguntem, logo no primeiro atendimento, se o paciente viajou para região Norte do país recentemente e, da mesma forma, quem viajou para a região Norte deve relatar esta informação, contribuindo para um diagnóstico mais preciso e o tratamento adequado.” A febre oropouche é causada por um arbovírus. A transmissão acontece por mosquitos, principalmente o Culicoides paraensis, conhecido como maruim, e pelo Culex quinquefasciatus, o pernilongo. Saiba os sintomas da febre oropouche Os sintomas da febre oropouche são muito parecidos com os da dengue, duram entre dois e sete dias e incluem febre de início súbito, dor de cabeça intensa, dor nas costas e na lombar e dor articular. Também pode haver tosse, tontura, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos. Não há tratamento específico, mas os pacientes devem fazer repouso e tratar os sintomas com acompanhamento médico.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/rio-registra-primeiro-caso-de-febre-oropouche-transmitida-por-mosquito
Mercado espera corte de 0,25 ponto na Selic, para 13,75% ao ano; redução da inflação e atividade mais fraca abrem espaço, mas riscos fiscal e externo pesam