Saúde

Fiocruz aponta para aumento de internações por síndrome respiratória aguda grave em todo o Brasil

Casos são associados à Covid-19, influenza e vírus sincicial respiratório

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Entre os óbitos, a presença dos vírus e foi de 11,1% para influenza A; 1,6% para VSR; e 77,8% covid-19 | Flickr

As internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) estão crescendo no Brasil. Segundo boletim da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as hospitalizações aumentaram 54% nas últimas quatro semanas devido ao vírus sincicial respiratório (VSR), enquanto o vírus da influenza A foi responsável pela alta de 20,8% nas internações.

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Em meio ao cenário, a Fiocruz alertou que os óbitos associados ao vírus da gripe já começam a se aproximar das mortes em função da Covid-19. Isso acontece por conta da diferença do quadro de diminuição da Covid-19 e aumento de casos de influenza.

“Quem é grupo de risco deve buscar o posto de saúde para se vacinar. A vacina da gripe, tal qual a vacina da Covid, têm como foco diminuir o risco de agravamento de um resfriado, que pode acabar desencadeando uma internação e até uma morte. Ou seja, a vacina é simplesmente fundamental”, disse Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz. Ele também reforçou a importância do uso de máscara em unidades de saúde.

Atualmente, 20 estados e o Distrito Federal mostram sinais de aumento nas internações por SRAG. Em relação ao ano, 33.998 casos de SRAG já foram notificados, sendo 15.098 (44,4%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório: influenza A (14,2%), influenza B (0,3%),VSR (29,2%) e Sars-CoV-2/Covid-19 (43,5%).

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