Política

TSE: Corregedor pede que plenário julgue ‘Exército de Lula’

Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva pede urgência para que Corte Eleitoral decida sobre canal de WhatsApp antes do 2º turno, após decisões de Nunes Marques

Avatar de Carla Araújo
Carla Araújo
Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, corregedor-geral da Justiça Eleitoral | Divulgação/Gustavo Lima/STJ

Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, corregedor-geral da Justiça Eleitoral | Divulgação/Gustavo Lima/STJ

Em mais um capítulo envolvendo o canal de WhatsApp ‘Exército de Lula’ e integrantes da Justiça eleitoral, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, proferiu na noite desta terça-feira (13) uma nova decisão afirmando que o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve analisar, com urgência, o caso.

Ao longo do dia, o presidente da Corte, ministro Nunes Marques, tomou uma série de decisões, pedindo explicações, criando critérios como necessidade de registro pela campanha e, por fim, liberando o canal, mas mantendo a suspensão de 48 horas.

Em outra decisão, o presidente do TSE concedeu uma liminar para suspender os efeitos de parte de uma determinação anterior de Cueva, justamente no trecho que previa o restabelecimento do canal.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.

Siga no Google Discover

Diante desse cenário, o corregedor-geral pediu que a decisão de 11 de outubro seja submetida ao plenário do tribunal.

“Ressalto que desde a decisão proferida em 11/10/2026 determinei a submissão da matéria ao referendo do Plenário, precisamente por reconhecer a importância do diálogo, da harmonia institucional e da atuação coordenada dos órgãos deste Tribunal”, disse Cuevas.

A solicitação é para que a análise ocorra em sessão presencial ou em sessão virtual extraordinária convocada especificamente para tratar do caso. E destacou que o tema precisa ser solucionado antes do segundo turno das eleições.

“A urgência da providência decorre da proximidade do segundo turno das eleições e da necessidade de assegurar, em tempo útil, uma solução colegiada que prestigie o diálogo, a harmonia institucional e a delimitação das competências da Presidência e da Corregedoria-Geral Eleitoral”, escreveu.

Últimas notícias