RealTime em MG: Cleitinho tem 33% e Patrus Ananias soma 15%
Candidato bolsonarista, filiado ao Republicanos, lidera corrida; ex-ministro petista está empatado na margem de erro com Alexandre Kalil e Mateus Simões
I
Ighor Nóbrega
Eleições em Minas Gerais: Cleitinho Azevedo e Patrus Ananias | Reprodução/Instagram
Pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta quinta-feira (27) mostra o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança da corrida ao governo de Minas Gerais. Ele tem 33% das intenções de voto, mais que o dobro de seus adversários mais próximos.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Há um empate triplo na margem de erro na busca pelo segundo lugar, que hoje daria vaga no segundo turno. O ex-ministro Patrus Ananias (PT) marca 15%, o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT) soma 13% e o atual governador, Mateus Simões (PSD), aparece com 11%.
Na sequência, Gabriel Azevedo (MDB), ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, tem 7%, e Flávio Roscoe (PL), candidato apoiado por Flávio Bolsonaro, pontua 5%. Ben Mendes (Missão) e Indira Xavier (UP) têm 1% cada. Outros candidatos acumulam mais 1%.
O instituto simulou seis cenários de segundo turno. Cleitinho vence nos três em que aparece, com a disputa mais acirrada contra Patrus: 45% x 40% do candidato lulista. Tem mais vantagem sobre Kalil (46% x 35%) e Simões (46% x 31%).
Os demais cenários apontam empates entre Kalil e Patrus, ambos com 38%, e Kalil e Simões, com 35% cada. Em eventual entre o petista e o governador, liderança numérica para o primeiro: 37% x 33%.
A pesquisa foi realizada de 22 a 26 de agosto com 2.000 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é MG-07972/2026.
A RealTime também questionou os eleitores mineiros sobre a rejeição e volatilidade dos candidatos ao Executivo estadual. Cleitinho, Patrus e Kalil são os mais rejeitados, com 43%, 42% e 40%, respectivamente. Menos conhecidos, Roscoe tem 26% e Simões, 25%.
Cleitinho, aliado da família Bolsonaro, é o único nome da disputa a ter mais de 10% de eleitores que afirmam que votaram nele “com certeza”. Ele soma 19% de eleitores fiéis.
O governador Mateus Simões, que aparece numericamente em quarto lugar na corrida eleitoral, tem sua gestão aprovada por 56%. Ele era vice de Romeu Zema (Novo) e assumiu Minas Gerais em março, após a renúncia do então governador para disputar à Presidência da República.
Marília Campos (PT) aparece isolada em primeiro lugar na pesquisa para o Senado em Minas. A ex-prefeita de Contagem soma 24% das intenções de voto.
Assim como na corrida ao governo do estado, há um empate entre os perseguidores. Desta vez, quádruplo:
Carlos Viana (PSD) – 13%;
Domingo Sávio (PL) – 13%;
Marcelo Aro (PP) – 12%;
Áurea Carolina (PSOL) – 9%.
Marco Antônio Superman (Novo) vem em seguida com 4%. Os demais têm 1% cada: Ana Luiza do MLB (UP), Arcanjo Pimenta (MDB), Carlin Moura (Avante), Gustavo Galassi (PSDB), Manoel Carvalho (MDB) e Marcelo Heringer (PDT).
RealTime em MG: Cleitinho tem 33% e Patrus Ananias soma 15%Candidato bolsonarista, filiado ao Republicanos, lidera corrida; ex-ministro petista está empatado na margem de erro com Alexandre Kalil e Mateus SimõesPolítica2026-08-27T11:23:31.178ZPesquisa RealTime Big Data divulgada nesta quinta-feira (27) mostra o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança da corrida ao governo de Minas Gerais. Ele tem 33% das intenções de voto, mais que o dobro de seus adversários mais próximos. Há um empate triplo na margem de erro na busca pelo segundo lugar, que hoje daria vaga no segundo turno. O ex-ministro Patrus Ananias (PT) marca 15%, o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT) soma 13% e o atual governador, Mateus Simões (PSD), aparece com 11%. Na sequência, Gabriel Azevedo (MDB), ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, tem 7%, e Flávio Roscoe (PL), candidato apoiado por Flávio Bolsonaro, pontua 5%. Ben Mendes (Missão) e Indira Xavier (UP) têm 1% cada. Outros candidatos acumulam mais 1%. O instituto simulou seis cenários de segundo turno. Cleitinho vence nos três em que aparece, com a disputa mais acirrada contra Patrus: 45% x 40% do candidato lulista. Tem mais vantagem sobre Kalil (46% x 35%) e Simões (46% x 31%). Os demais cenários apontam empates entre Kalil e Patrus, ambos com 38%, e Kalil e Simões, com 35% cada. Em eventual entre o petista e o governador, liderança numérica para o primeiro: 37% x 33%. A pesquisa foi realizada de 22 a 26 de agosto com 2.000 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é MG-07972/2026. A RealTime também questionou os eleitores mineiros sobre a rejeição e volatilidade dos candidatos ao Executivo estadual. Cleitinho, Patrus e Kalil são os mais rejeitados, com 43%, 42% e 40%, respectivamente. Menos conhecidos, Roscoe tem 26% e Simões, 25%. Cleitinho, aliado da família Bolsonaro, é o único nome da disputa a ter mais de 10% de eleitores que afirmam que votaram nele “com certeza”. Ele soma 19% de eleitores fiéis. O governador Mateus Simões, que aparece numericamente em quarto lugar na corrida eleitoral, tem sua gestão aprovada por 56%. Ele era vice de Romeu Zema (Novo) e assumiu Minas Gerais em março, após a renúncia do então governador para disputar à Presidência da República. Senado Federal Marília Campos (PT) aparece isolada em primeiro lugar na pesquisa para o Senado em Minas. A ex-prefeita de Contagem soma 24% das intenções de voto. Assim como na corrida ao governo do estado, há um empate entre os perseguidores. Desta vez, quádruplo: Marco Antônio Superman (Novo) vem em seguida com 4%. Os demais têm 1% cada: Ana Luiza do MLB (UP), Arcanjo Pimenta (MDB), Carlin Moura (Avante), Gustavo Galassi (PSDB), Manoel Carvalho (MDB) e Marcelo Heringer (PDT).São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/real-time-em-mg-cleitinho-tem-33-e-patrus-ananias-soma-15
Taxa das blusinhas: após acordo, comissão antecipa trabalhos
Reginaldo Lopes (PT-MG), escolhido para presidir comissão, afirma que sessão será feita de forma virtual para acelerar os trabalhos durante esforço concentrado