Primeira-dama, Janja será madrinha de submarino da Marinha
Sinalização de boa vontade ocorre dias após investigações da PF apontarem que ex-comandante da Marinha teria sido o único a dar sustentação para suposta tentativa de golpe do ex-presidente Jair Bolsonaro
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Samir Mello
22/03/2024, 01:17 • Atualizado em 22/03/2024, 01:17
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Janja Lula da Silva, primeira-dama do Brasil, será madrinha de um submarino da Marinha. O “Tonelero” (S42), que contribuirá para a defesa da Pátria e da Amazônia Azul, terá sua cerimônia de batismo e será lançado ao mar na próxima quarta-feira (27). É possível que o presidente Lula também esteja presente na cerimônia, acompanhado do presidente da França, Emmanuel Macron.
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O evento marcará a conclusão do processo construtivo do terceiro Submarino Convencional com Propulsão Diesel-Elétrica (S-BR), fabricado totalmente no Brasil sob o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB).
Tentativa de golpe
A sinalização de boa vontade ocorre dias após investigações da PF apontarem que o ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos teria sido o único dos chefes das três Forças Armadas que teria apoiado uma suposta tentativa de golpe arquitetada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ex-comandante da Aeronáutica, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista afirmou, em depoimento à Polícia Federal, que Garnier Santos havia colocado as tropas que chefiava à disposição de Jair Bolsonaro (PL), em posição dissonante à de Baptista e de Freire Gomes, comandante do Exército.
60 anos do golpe militar
O batizado e lançamento ao mar do submarino ocorre dias antes da data que marca os 60 anos do golpe militar. No início do mês, interlocutores do presidente Lula orientaram os ministérios a não realizarem eventos alusivos à data. Nos bastidores, a expectativa é de que, em contrapartida, os militares não celebrem o dia 31 de março nos quartéis.
A avaliação de Lula e aliados seria de que a série de depoimentos dos militares na apuração da suposta trama golpista de Bolsonaro já manchou demais a imagem das forças. O silêncio sobre a efeméride proporcionaria um “momento de paz”.
Primeira-dama, Janja será madrinha de submarino da MarinhaSinalização de boa vontade ocorre dias após investigações da PF apontarem que ex-comandante da Marinha teria sido o único a dar sustentação para suposta tentativa de golpe do ex-presidente Jair BolsonaroPolítica2024-03-22T01:17:35.578ZJanja Lula da Silva, primeira-dama do Brasil, será madrinha de um submarino da Marinha. O “Tonelero” (S42), que contribuirá para a defesa da Pátria e da Amazônia Azul, terá sua cerimônia de batismo e será lançado ao mar na próxima quarta-feira (27). É possível que o presidente Lula também esteja presente na cerimônia, acompanhado do presidente da França, Emmanuel Macron. O evento marcará a conclusão do processo construtivo do terceiro Submarino Convencional com Propulsão Diesel-Elétrica (S-BR), fabricado totalmente no Brasil sob o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB). Tentativa de golpe A sinalização de boa vontade ocorre dias após investigações da PF apontarem que o ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos teria sido o único dos chefes das três Forças Armadas que teria apoiado uma suposta tentativa de golpe arquitetada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Ex-comandante da Aeronáutica, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista afirmou, em depoimento à Polícia Federal, que Garnier Santos havia colocado as tropas que chefiava à disposição de Jair Bolsonaro (PL), em posição dissonante à de Baptista e de Freire Gomes, comandante do Exército. 60 anos do golpe militar O batizado e lançamento ao mar do submarino ocorre dias antes da data que marca os 60 anos do golpe militar. No início do mês, interlocutores do presidente Lula orientaram os ministérios a não realizarem eventos alusivos à data. Nos bastidores, a expectativa é de que, em contrapartida, os militares não celebrem o dia 31 de março nos quartéis. A avaliação de Lula e aliados seria de que a série de depoimentos dos militares na apuração da suposta trama golpista de Bolsonaro já manchou demais a imagem das forças. O silêncio sobre a efeméride proporcionaria um “momento de paz”. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/primeira-dama-janja-sera-madrinha-de-submarino-da-marinha
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