Se depender de Michelle Bolsonaro, o nome "Jair Bolsonaro" deve sair dos palanques diretamente para as prateleiras dos supermercados. A ex-primeira-dama registrou ao menos sete vezes o nome do ex-presidente, para a venda de produtos que vão de cerveja e vape a peixe enlatado.
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Para conseguir os registros, Michelle contratou uma empresa de Santa Catarina só para acompanhar os processos, e gastou cerca de R$ 1 mil com taxas.
A ex-primeira-dama começou a expor seu lado empreendedor com a linha de perfumes do casal Bolsonaro, comercializada pelo cabeleireiro Agustin Fernandes. Em fevereiro de 2025, a filha mais velha de Michelle Bolsonaro, Letícia Marianno, e seu irmão, Carlos Eduardo Antunes Torres, abriram uma empresa com capital de R$ 300 mil chamada "Loja do Bolsonaro Oficial".
A firma se dedica à venda de camisas, bonés e outros souvenirs com a imagem do ex-presidente, sem detalhes se os lucros são dividos entre os outros membros do clã. Com os novos registros, Michelle também poderá usar a marca "Jair Bolsonaro" para a venda de:
1. Bananada; doce de banana; geleias; goiabada cascão; milho-doce processado; peixe em conserva; peixe em salmoura; peixe enlatado.
2. Café; chá; massas alimentícias; pão; sorvetes.
3. Alimentos para animais; frutas, verduras e legumes frescos; malte para cervejaria e destilaria; plantas.
4. Águas (bebidas); cerveja; suco de caju; suco de fruta; suco de tomate (bebida); sucos de frutas; sucos de frutas, verduras e legumes (bebidas).
5. Bebidas alcoólicas, exceto cerveja.
6. Fósforos; isqueiros para fumantes; tabaco; vaporizadores para fumantes.
7. Acolchoados para cama; toalhas de mesa; materiais têxteis; tecidos.
Em nota compartilhada nas redes sociais de Michelle Bolsonaro, a Comunicação do PL Mulher afirma que um dos objetivos do registro de marcas é impedir o uso do nome de Jair Bolsonaro e sua esposa "para venda de produtos que não condizem com os valores e princípios defendidos por ambos". O comunicado nega a intenção de venda de "bebidas alcoólicas e cigarros", mas não é claro quanto aos demais itens dos registros obtidos.
Michelle transforma nome "Jair Bolsonaro" em marca para cerveja, isqueiros e vapeEx-primeira-dama é dona de ao menos sete registros da marca "Jair Bolsonaro"; Lista inclui café, peixe em conserva, bebidas alcoólicas e até bananadaPolítica2026-03-26T10:30:00.000ZSe depender de Michelle Bolsonaro, o nome "Jair Bolsonaro" deve sair dos palanques diretamente para as prateleiras dos supermercados. A ex-primeira-dama registrou ao menos sete vezes o nome do ex-presidente, para a venda de produtos que vão de cerveja e vape a peixe enlatado. As solicitações foram preenchidas em julho de 2024, e tiveram seu deferimento publicado, em sua maioria, na última terça-feira (24) na Revista da Propriedade Industrial (RPI) - coincidentemente no , internado há quase duas semanas em razão de uma broncopneumonia. Para conseguir os registros, Michelle contratou uma empresa de Santa Catarina só para acompanhar os processos, e gastou cerca de R$ 1 mil com taxas. A ex-primeira-dama começou a expor seu lado empreendedor com a linha de perfumes do casal Bolsonaro, comercializada pelo cabeleireiro Agustin Fernandes. Em fevereiro de 2025, a filha mais velha de Michelle Bolsonaro, Letícia Marianno, e seu irmão, Carlos Eduardo Antunes Torres, abriram uma empresa com capital de R$ 300 mil chamada "Loja do Bolsonaro Oficial". A firma se dedica à venda de camisas, bonés e outros souvenirs com a imagem do ex-presidente, sem detalhes se os lucros são dividos entre os outros membros do clã. Com os novos registros, Michelle também poderá usar a marca "Jair Bolsonaro" para a venda de: 1. Bananada; doce de banana; geleias; goiabada cascão; milho-doce processado; peixe em conserva; peixe em salmoura; peixe enlatado. 2. Café; chá; massas alimentícias; pão; sorvetes. 3. Alimentos para animais; frutas, verduras e legumes frescos; malte para cervejaria e destilaria; plantas. 4. Águas (bebidas); cerveja; suco de caju; suco de fruta; suco de tomate (bebida); sucos de frutas; sucos de frutas, verduras e legumes (bebidas). 5. Bebidas alcoólicas, exceto cerveja. 6. Fósforos; isqueiros para fumantes; tabaco; vaporizadores para fumantes. 7. Acolchoados para cama; toalhas de mesa; materiais têxteis; tecidos. Em nota compartilhada nas redes sociais de Michelle Bolsonaro, a Comunicação do PL Mulher afirma que um dos objetivos do registro de marcas é impedir o uso do nome de Jair Bolsonaro e sua esposa "para venda de produtos que não condizem com os valores e princípios defendidos por ambos". O comunicado nega a intenção de venda de "bebidas alcoólicas e cigarros", mas não é claro quanto aos demais itens dos registros obtidos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/michelle-transforma-nome-jair-bolsonaro-em-marca-para-cerveja-isqueiros-e-vape
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