Presidente afirma estar confiante na vitória, destaca mobilizações populares durante a campanha e ataca o adversário, Flávio Bolsonaro
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Murillo Otavio
O presidente Lula (PT) em ato em Juazeiro (BA) | Reprodução
O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que, se vencer a disputa presidencial, deverá a vitória ao povo brasileiro, que tomou as ruas em diferentes regiões do país e promoveu, segundo ele, uma das principais mobilizações populares da história do Brasil. Em coletiva de imprensa após votar no início deste domingo (25), Lula também atacou o adversário, Flávio Bolsonaro (PT), e disse estar confiante na vitória.
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“Eu já participei de muita mobilização, inclusive nas Diretas Já, mas nunca tinha visto isso na história do país. O que vi no segundo turno, do ponto de vista sociológico, é inexplicável. A maioria [das mobilizações] foi espontânea, não foi o sindicato ou campanha. Se eu for eleito, devo ao povo brasileiro. Nunca vi tanta gente chorando e clamando por democracia”, disse.
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Lula se referiu às mobilizações que passaram a ganhar força nas redes sociais e às manifestações realizadas em diferentes regiões do Brasil. Uma das iniciativas de maior repercussão foi o canal “Exército do Lula”, criado e organizado por André Janones (Rede), que reúne milhares de apoiadores do petista. Nas ruas, também houve aumento dos atos em favor de Lula. No sábado (24), o candidato esteve no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde participou de manifestações.
Em tom de despedida, já que esta pode ser sua última campanha presidencial, Lula votou no início da manhã em São Bernardo do Campo (SP). O candidato chegou à Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, acompanhado da primeira-dama, Janja, do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e de ministros. Houve menção aos episódios de violência política, como o caso da vereadora do PT que foi agredida, e uma morte em Mato Grosso.
Por fim, Lula também atacou o adversário. O presidente citou nomes internacionais, como Vladimir Putin e Donald Trump, para afirmar que negocia com personalidades influentes no mundo e que nunca havia disputado uma eleição contra alguém que considera "desqualificado moralmente" como Flávio Bolsonaro.
“Nunca pensei que ia disputar eleição com miliciano, que não faz nenhum esforço para não mentir. Estou convencido que o povo brasileiro não quer um miliciano como presidente. Flávio tem relação com Vorcaro, milícia, com os mandantes de matar Marielle Franco. Ele nunca fez uma lei enquanto deputado, podem procurar”, afirmou.
Lula: “Se eu for eleito, devo ao povo brasileiro”Presidente afirma estar confiante na vitória, destaca mobilizações populares durante a campanha e ataca o adversário, Flávio BolsonaroPolítica2026-10-25T14:14:01.746ZO candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que, se vencer a disputa presidencial, deverá a vitória ao povo brasileiro, que tomou as ruas em diferentes regiões do país e promoveu, segundo ele, uma das principais mobilizações populares da história do Brasil. Em coletiva de imprensa após votar no início deste domingo (25), Lula também atacou o adversário, Flávio Bolsonaro (PT), e disse estar confiante na vitória. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! “Eu já participei de muita mobilização, inclusive nas Diretas Já, mas nunca tinha visto isso na história do país. O que vi no segundo turno, do ponto de vista sociológico, é inexplicável. A maioria [das mobilizações] foi espontânea, não foi o sindicato ou campanha. Se eu for eleito, devo ao povo brasileiro. Nunca vi tanta gente chorando e clamando por democracia”, disse. Lula se referiu às mobilizações que passaram a ganhar força nas redes sociais e às manifestações realizadas em diferentes regiões do Brasil. Uma das iniciativas de maior repercussão foi o canal “Exército do Lula”, criado e organizado por André Janones (Rede), que reúne milhares de apoiadores do petista. Nas ruas, também houve aumento dos atos em favor de Lula. No sábado (24), o candidato esteve no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde participou de manifestações. Em tom de despedida, já que esta pode ser sua última campanha presidencial, Lula votou no início da manhã em São Bernardo do Campo (SP). O candidato chegou à Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, acompanhado da primeira-dama, Janja, do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e de ministros. Houve menção aos episódios de violência política, como o caso da vereadora do PT que foi agredida, e uma morte em Mato Grosso. Por fim, Lula também atacou o adversário. O presidente citou nomes internacionais, como Vladimir Putin e Donald Trump, para afirmar que negocia com personalidades influentes no mundo e que nunca havia disputado uma eleição contra alguém que considera "desqualificado moralmente" como Flávio Bolsonaro. “Nunca pensei que ia disputar eleição com miliciano, que não faz nenhum esforço para não mentir. Estou convencido que o povo brasileiro não quer um miliciano como presidente. Flávio tem relação com Vorcaro, milícia, com os mandantes de matar Marielle Franco. Ele nunca fez uma lei enquanto deputado, podem procurar”, afirmou.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/lula-se-eu-for-eleito-devo-ao-povo-brasileiro