Lula ganha celular e pede 10 milhões em “exército” digital
Avesso ao uso do aparelho, petista aceitou presente de Janones e governador do Piauí e incentivou que apoiadores entrem no canal de WhatsApp
Victor Schneider
Lula com Rafael Fonteles (à esq.) e André Janones (à dir.) | Reprodução
Em mais um gesto para incentivar a mobilização digital em torno de sua candidatura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aceitou nesta quarta-feira (21) um celular de presente do deputado André Janones (Rede-MG) e do governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), principais incentivadores do ingresso do octogenário presidente nas redes sociais.
O momento foi compartilhado em vídeo como parte da brincadeira feita por Janones no canal de WhatsApp “Exército de Lula", que contava com mais de 7,5 milhões de seguidores até por volta de 19h20 desta quarta. O deputado havia prometido que, se o grupo alcançasse 5 milhões de inscritos, Lula seria convencido a ter um celular próprio, algo que é historicamente contrário.
🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
Janones disse que representava o “general" da tropa, enquanto Lula seria o “marechal", patente mais alta do Exército e que, conforme o estatuto militar, tem uso restrito a tempos de guerra.
O esforço da campanha agora é atrair mais 2,5 milhões de seguidores e bater a marca dos 10 milhões até a noite de sexta-feira (24), quando Janones prometeu fazer uma live com 24h de duração para tentar virar votos até a véspera do segundo turno.
Lula comentou sobre o presente durante comício realizado no início da noite em Belo Horizonte. Ele comparou o desafio de virar o resultado sobre Flávio Bolsonaro (PL) com a guerra do Vietnã, conflito de guerrilha de 20 anos que terminou com a retirada das tropas dos Estados Unidos e a posterior vitória do lado comunista do norte, que reunificou o país.
“Eu nunca tive um celular. Agora, eu ganhei um celular do governador do Piauí. A partir de amanhã eu vou ter um celular e vou fazer parte do Exército do Lula. E quero convidar a todos vocês a entrar no nosso exército para a gente chegar a 10 milhões. O general Janones e o marechal Silva, que sou eu, vamos comandar a derrota do exército adversário. Eles pensam que nós somos fracos, mas somos que nem o exército do Vietnã que derrotou os EUA", afirmou Lula.
Boicote do TSE
Mais cedo, pairou sob dúvida a manutenção do canal no ar depois de circular a informação que os ministros Kássio Nunes Marques e André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), preparavam uma minuta para proibir todos os grupos e canais políticos com mais de 200 mil seguidores de funcionar até 48h antes das eleições.
Presidente do TSE, Nunes Marques negou posteriormente que estivesse planejando a medida. “Não vou convocar nenhuma reunião para debater o tema. Estamos em cima do pleito”, disse o ministro à Coluna da Basília.
Lula ganha celular e pede 10 milhões em “exército” digital Avesso ao uso do aparelho, petista aceitou presente de Janones e governador do Piauí e incentivou que apoiadores entrem no canal de WhatsApp
Política2026-10-21T23:05:44.543ZEm mais um gesto para incentivar a mobilização digital em torno de sua candidatura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aceitou nesta quarta-feira (21) um celular de presente do deputado André Janones (Rede-MG) e do governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), principais incentivadores do ingresso do octogenário presidente nas redes sociais. O momento foi compartilhado em vídeo como parte da brincadeira feita por Janones no canal de WhatsApp “Exército de Lula", que contava com mais de 7,5 milhões de seguidores até por volta de 19h20 desta quarta. O deputado havia prometido que, se o grupo alcançasse 5 milhões de inscritos, Lula seria convencido a ter um celular próprio, algo que é historicamente contrário. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver!. Janones disse que representava o “general" da tropa, enquanto Lula seria o “marechal", patente mais alta do Exército e que, conforme o estatuto militar, tem uso restrito a tempos de guerra. O esforço da campanha agora é atrair mais 2,5 milhões de seguidores e bater a marca dos 10 milhões até a noite de sexta-feira (24), quando Janones prometeu fazer uma live com 24h de duração para tentar virar votos até a véspera do segundo turno. Lula comentou sobre o presente durante comício realizado no início da noite em Belo Horizonte. Ele comparou o desafio de virar o resultado sobre Flávio Bolsonaro (PL) com a guerra do Vietnã, conflito de guerrilha de 20 anos que terminou com a retirada das tropas dos Estados Unidos e a posterior vitória do lado comunista do norte, que reunificou o país. “Eu nunca tive um celular. Agora, eu ganhei um celular do governador do Piauí. A partir de amanhã eu vou ter um celular e vou fazer parte do Exército do Lula. E quero convidar a todos vocês a entrar no nosso exército para a gente chegar a 10 milhões. O general Janones e o marechal Silva, que sou eu, vamos comandar a derrota do exército adversário. Eles pensam que nós somos fracos, mas somos que nem o exército do Vietnã que derrotou os EUA", afirmou Lula. Boicote do TSE Mais cedo, pairou sob dúvida a manutenção do canal no ar depois de circular a informação que os ministros Kássio Nunes Marques e André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), preparavam uma minuta para proibir todos os grupos e canais políticos com mais de 200 mil seguidores de funcionar até 48h antes das eleições. Presidente do TSE, Nunes Marques negou posteriormente que estivesse planejando a medida. “Não vou convocar nenhuma reunião para debater o tema. Estamos em cima do pleito”, São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/lula-ganha-celular-e-pede-10-milhoes-em-exercito-digital
Manifestantes tomaram as ruas da capital da Grécia exigindo maior financiamento estatal para a educação, melhores instalações e salas de aula menos lotadas