O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (3) que a instalação de comissões parlamentares de inquérito (CPIs) seguirá a ordem cronológica de apresentação dos requerimentos e as regras regimentais da Casa. A declaração foi dada em conversa com jornalistas, ao ser questionado sobre a possibilidade de abertura de uma CPMI para investigar o Banco Master.
Segundo Motta, há atualmente uma “fila de CPIs” na Câmara. Ele lembrou que, no ano passado, cerca de 15 ou 16 pedidos foram protocolados, mas nenhuma comissão foi instalada. “As CPIs são tratadas na ordem cronológica. A Câmara tem que obedecer essa ordem e o funcionamento regimental de até cinco CPIs ao mesmo tempo, caso seja decisão da presidência instalar”, afirmou.
Questionado se haveria alguma articulação para não prorrogar a CPMI do INSS como forma de impedir a abertura de uma nova investigação sobre o Master, Motta negou. “Não, nem enxergo, nem participei de nenhuma conversa nesse sentido”, disse.
Mais cedo, em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) anunciou ter reunido 278 assinaturas para a criação da CPMI do Banco Master. Para a abertura de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI), são necessárias 198 assinaturas, sendo pelo menos 171 de deputados e 27 de senadores.
No vídeo, Jordy afirmou que o número de apoios revela a insatisfação popular com o caso. “Isso reflete a indignação, a revolta da população com esse caso que é o pior caso de corrupção da nossa história, o mais escandaloso, envolvendo políticos, membros do Supremo, gente muito poderosa que, inclusive, estão trabalhando para impedir as investigações”, declarou. O parlamentar também informou que protocolaria o requerimento ainda nesta terça-feira, às 15h30.
Motta diz que Câmara seguirá ordem cronológica para instalação de CPIs e nega "blindagem" em caso MasterPresidente afirma que não participou de conversas para impedir investigações; Carlos Jordy anuncia protocolo de pedido de CPMI com 278 assinaturasPolítica2026-02-03T17:45:41.116ZO presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (3) que a instalação de comissões parlamentares de inquérito (CPIs) seguirá a ordem cronológica de apresentação dos requerimentos e as regras regimentais da Casa. A declaração foi dada em conversa com jornalistas, ao ser questionado sobre a possibilidade de abertura de uma CPMI para investigar o Banco Master. Segundo Motta, há atualmente uma “fila de CPIs” na Câmara. Ele lembrou que, no ano passado, cerca de 15 ou 16 pedidos foram protocolados, mas nenhuma comissão foi instalada. “As CPIs são tratadas na ordem cronológica. A Câmara tem que obedecer essa ordem e o funcionamento regimental de até cinco CPIs ao mesmo tempo, caso seja decisão da presidência instalar”, afirmou. Questionado se haveria alguma articulação para não prorrogar a CPMI do INSS como forma de impedir a abertura de uma nova investigação sobre o Master, Motta negou. “Não, nem enxergo, nem participei de nenhuma conversa nesse sentido”, disse. Mais cedo, em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) anunciou ter reunido 278 assinaturas para a criação da CPMI do Banco Master. Para a abertura de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI), são necessárias 198 assinaturas, sendo pelo menos 171 de deputados e 27 de senadores. No vídeo, Jordy afirmou que o número de apoios revela a insatisfação popular com o caso. “Isso reflete a indignação, a revolta da população com esse caso que é o pior caso de corrupção da nossa história, o mais escandaloso, envolvendo políticos, membros do Supremo, gente muito poderosa que, inclusive, estão trabalhando para impedir as investigações”, declarou. O parlamentar também informou que protocolaria o requerimento ainda nesta terça-feira, às 15h30. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/hugo-motta-diz-que-camara-seguira-ordem-cronologica-para-instalacao-de-cp-is-e-nega-blindagem-em-caso-banco-master
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O encontro aconteceu durante conferência conservadora na Flórida, o parlamentar também discursou que sua derrota não representa o fim do projeto político