Política

Flávio diz que pai lhe dará faixa presidencial se eleito

Em evento, candidato à Presidência assinou termo de compromisso pela inclusão social e apresentou propostas para a educação pública

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Vicklin Moraes

O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou neste sábado (10), durante evento no Rio de Janeiro, que receberá a faixa presidencial do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2027, caso seja eleito. Ao lado do governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), o senador assinou um termo de compromisso voltado à inclusão social e apresentou propostas para a educação pública e o combate à violência doméstica.

“Eles vão explicar o que que é isso aqui agora, mas eu vou assinar um termo de compromisso para dar continuidade às políticas públicas que de verdade promovam inclusão nesse país, que foi com o começo com o presidente Jair Bolsonaro. Então agora vamos honrar esse cara e vocês vão ver ele colocar a faixa no filho dele ano que vem”, afirmou.

Flávio defendeu que as políticas de inclusão estejam presentes em todas as áreas do governo federal, com atenção especial à educação e às demandas de mães de crianças com transtorno do espectro autista (TEA).

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Na educação, o candidato propôs a criação de salas sensoriais nas escolas públicas para acolher estudantes autistas durante momentos de crise.

“Muitas vezes o professor não sabe o que fazer e a mãe sai desesperada do trabalho para pegar o filho. Tem que ter uma sala sensorial para fazer o acolhimento dessa criança, para ela se acalmar”, disse.

O senador também prometeu ações de apoio à saúde mental dos professores e defendeu mudanças no currículo do ensino básico. Ele criticou o que considera uma perda de autoridade dos docentes em sala de aula e afirmou que pretende apoiar prefeitos e governadores no enfrentamento dos problemas que afetam os profissionais.

Na área de segurança pública, Flávio defendeu o monitoramento eletrônico de agressores submetidos a medidas protetivas em casos de violência doméstica. Pela proposta apresentada, o uso de tornozeleiras seria associado a alertas enviados às vítimas e às forças policiais caso o agressor se aproximasse.

“A mulher tem uma medida protetiva contra o agressor, o agressor vai ter a tornozeleira e vai ser monitorado, assim como a mulher pelo celular. Se ele chegar perto, aciona a viatura”, explicou.

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