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Segundo a proposta, União e cada estado, igualmente, dividiram o custo de R$ 1,25 para cada litro que entra no país. Com isso, reduziriam o impacto da alta do preço do petróleo no mercado internacional.
"Então nós tivemos um conjunto grande, significativo de estados que sinalizaram, após esse esclarecimento, a concordância e a sinalização definitiva de que vão participar dessa cooperação e vão contribuir com esse esforço adicional", afirmou o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.
Ceron e o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, foram a São Paulo com a missão de convencer os secretários estaduais da Fazenda a dividia a conta da subvenção ao combustível.
Os secretários não revelaram quantos e quais estados já aceitaram pagar para que o diesel não chegue mais caro na bomba. O secretário de Fazenda de São Paulo, Samuel Kinoshita agora não bateu o martelo, mas deu fortes indicações de que São Paulo está entre os que ainda vão decidir no final de semana.
O secretário Rogério Ceron disse que agora tem dados suficientes para que o governador Tarcísio de Freitas tome a decisão.
"Os orçamentos são todos amarrados, têm limitações, compromissos. A gente precisa pensar bem, fazer a conta para mostrar. Existem limitações, e é importante que a gente entenda essas limitações e consiga levar para a consideração dos governadores, mas eu julgo que houve avanços", afirmou.
O representante do Ministério da Fazenda informou ainda que o governo federal publicará uma medida provisória até terça-feira, comprometendo-se com a nova subvenção, independentemente dos estados que aderirem ao plano.
Estados ainda divergem sobre proposta de subsídio ao diesel importado feita por governo LulaApós reuniões, estados ainda não chegam em acordo sobre a divisão de custos com a União do subsídio para reduzir impacto da alta do combustível Política2026-03-27T22:39:39.802ZDez horas de discussão, em dois dias de reuniões, e ficou claro: os estados ainda estão rachados quanto à adesão à . Segundo a proposta, União e cada estado, igualmente, dividiram o custo de R$ 1,25 para cada litro que entra no país. Com isso, reduziriam o impacto da alta do preço do petróleo no mercado internacional. "Então nós tivemos um conjunto grande, significativo de estados que sinalizaram, após esse esclarecimento, a concordância e a sinalização definitiva de que vão participar dessa cooperação e vão contribuir com esse esforço adicional", afirmou o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron. Ceron e o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, foram a São Paulo com a missão de convencer os secretários estaduais da Fazenda a dividia a conta da subvenção ao combustível. e também se comprometeu com uma primeira subvenção R$0,32 para cada litro importado. Os secretários não revelaram quantos e quais estados já aceitaram pagar para que o diesel não chegue mais caro na bomba. O secretário de Fazenda de São Paulo, Samuel Kinoshita agora não bateu o martelo, mas deu fortes indicações de que São Paulo está entre os que ainda vão decidir no final de semana. O secretário Rogério Ceron disse que agora tem dados suficientes para que o governador Tarcísio de Freitas tome a decisão. "Os orçamentos são todos amarrados, têm limitações, compromissos. A gente precisa pensar bem, fazer a conta para mostrar. Existem limitações, e é importante que a gente entenda essas limitações e consiga levar para a consideração dos governadores, mas eu julgo que houve avanços", afirmou. O representante do Ministério da Fazenda informou ainda que o governo federal publicará uma medida provisória até terça-feira, comprometendo-se com a nova subvenção, independentemente dos estados que aderirem ao plano.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/estados-ainda-divergem-sobre-proposta-de-subsidio-ao-diesel-importado-feita-por-governo-lula