Política

Defesa de Lulinha aciona MJ e fala em vazamento de dados

Para o advogado Guilherme Sugimori, "houve reiterado e criminoso vazamento de informações sigilosas que estavam sob a tutela do Estado"

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Soane Guerreiro
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha | Foto: Reprodução

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha | Foto: Reprodução

Integrantes da defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acionaram o Ministério da Justiça e a Corregedoria da Polícia Federal (PF) para pedir a apuração do vazamento de dados sigilosos relacionados à Operação Sem Desconto — que trata dos desvios de pensões de aposentados do INSS. Na visão da equipe de defesa, os vazamentos teriam o intuito de atingir Lulinha.

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Segundo o autor da peça, o advogado Guilherme Sugimori, "houve reiterado e criminoso vazamento de informações sigilosas que estavam sob a tutela do Estado".

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No documento, há o pedido de que o Ministério da Justiça e Corregedoria da PF instaurem um Processo Administrativo Disciplinar e determinem que seja feito um levantamento das cópias dos materiais com dados de Lulinha, que sejam armazenados os dados de quem teve acesso ao material e dos servidores com autorização para fazer cópias dos documentos.

Ao SBT News, o advogado Marco Aurélio de Carvalho contou que esteve em reunião no Ministério da Justiça nesta segunda, afirmou que foi solicitado que os procedimentos sejam apurados com vigor, abrangendo tanto servidores lotados na Polícia Federal quanto em outros órgãos. Marco Aurélio defendeu ainda a independência da PF, mas alegou que "todas as instituições estão divididas", citando o cenário eleitoral.

A defesa alega que se trata da chamada "pesca probatória", quando se abre uma investigação genérica, sem qualquer prova contra o investigado.

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