Política

Celso Sabino se filia ao PDT e anuncia pré-candidatura ao Senado pelo Pará

Ex-ministro do Turismo estava sem partido desde dezembro, após expulsão do União Brasil

Imagem da noticia Celso Sabino se filia ao PDT e anuncia pré-candidatura ao Senado pelo Pará
Ex-ministro Celso Sabino durante evento de filiação ao PDT | Reprodução redes sociais

O deputado federal e ex-ministro do Turismo Celso Sabino anunciou neste sábado (4) a filiação ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) e a pré-candidatura ao Senado pela legenda. O evento foi realizado em Belém e contou com a participação de lideranças do partido e apoiadores.

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Pelas redes sociais, o PDT deu boas-vindas a Sabino e afirmou que “a defesa do trabalhismo, do desenvolvimento de um Brasil mais justo ganha ainda mais força com sua chegada”.

Confira o post no Instagram: https://www.instagram.com/p/DWtwe-RjUSJ/

A pré-candidatura já era esperada. Após deixar o Ministério do Turismo, Sabino afirmou em coletiva que a decisão de disputar o Senado foi motivada por um “chamado” de pessoas com quem conversava durante viagens, além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Quatro meses sem partido

Sabino estava sem partido há quase quatro meses. Ele foi expulso do União Brasil em dezembro do ano passado. A legenda entendeu que o então ministro "permaneceu no governo federal, em atitude contrária a uma determinação do partido anunciada em setembro envolvendo todos os filiados", que previa a saída de todos os filiados que ocupavam cargos na gestão federal.

Naquele mês, Sabino chegou a anunciar que deixaria o governo do presidente Lula. A demissão era esperada após a Executiva Nacional do União Brasil aprovar, em 18 de setembro, uma resolução com essa orientação.

Apesar disso, o então ministro continuou no cargo por mais um período. Ele entregou o pedido de demissão, mas permaneceu no ministério até concluir uma viagem ao Pará, afirmando que sua intenção era “continuar o trabalho que a gente vem fazendo”.

Após a expulsão, Sabino classificou a decisão do União Brasil como “injusta” e “equivocada”.

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