Eleito governador de Minas Gerais, senador propõe reduzir impostos e desoneração na folha para compensar empresários sem reduzir salários
Vicklin Moraes, Victoria Abel, Leandro Magalhães
O senador Cleitinho, pré-candidato ao governo de Minas Gerais | Ton Molina/Agência Senado
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), eleito governador de Minas Gerais, defendeu a desoneração da folha de pagamento e a redução de impostos como formas de compensar empresários diante de uma eventual mudança na escala de trabalho 6x1 sem redução salarial. A declaração foi feita nesta quarta-feira (14), em entrevista ao News Noite, do SBT News.
Cleitinho também afirmou ser contrário à proposta do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A proposta prevê uma compensação baseada nas horas trabalhadas.
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A proposta estabelece uma implementação gradual. A primeira etapa começaria 60 dias após a promulgação, com a redução da jornada para 42 horas semanais e a garantia de dois dias de descanso remunerado.
Doze meses depois, a jornada máxima seria reduzida para 40 horas semanais. Assim, a implementação completa das mudanças levaria cerca de 14 meses a partir da promulgação.
Segundo líderes do governo, regras específicas para determinadas atividades e categorias profissionais seriam negociadas posteriormente por meio de acordos coletivos.
6x1: Cleitinho defende compensação a empresáriosEleito governador de Minas Gerais, senador propõe reduzir impostos e desoneração na folha para compensar empresários sem reduzir saláriosPolítica2026-10-15T00:26:22.795ZO senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), eleito governador de Minas Gerais, defendeu a desoneração da folha de pagamento e a redução de impostos como formas de compensar empresários diante de uma eventual mudança na escala de trabalho 6x1 sem redução salarial. A declaração foi feita nesta quarta-feira (14), em entrevista ao News Noite, do SBT News. Cleitinho também afirmou ser contrário à proposta do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A proposta prevê uma compensação baseada nas horas trabalhadas. Na semana passada,Segundo Cleitinho, o parlamentar não trabalhou para incluí-lo nos palanques de Flávio Bolsonaro. O que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal máxima de 44 para 40 horas. A proposta estabelece uma implementação gradual. A primeira etapa começaria 60 dias após a promulgação, com a redução da jornada para 42 horas semanais e a garantia de dois dias de descanso remunerado. Doze meses depois, a jornada máxima seria reduzida para 40 horas semanais. Assim, a implementação completa das mudanças levaria cerca de 14 meses a partir da promulgação. Segundo líderes do governo, regras específicas para determinadas atividades e categorias profissionais seriam negociadas posteriormente por meio de acordos coletivos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/6x1-cleitinho-defende-compensacao-a-empresarios
Limite sobe de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027, abaixo da inflação desde o último reajuste; texto também permite contratação de até dois funcionários