Rio registra 17 mortos em assaltos em 2026; número quase dobra em um ano
Entre as vítimas estão trabalhadores em serviço, como entregadores por aplicativo; em menos de uma semana, três motoboys foram assassinados enquanto trabalhavam
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SBT Brasil
Pelo menos 17 pessoas morreram durante assaltos ou tentativas de roubo na região metropolitana do Rio de Janeiro somente neste ano. O número é quase o dobro do registrado no mesmo período de 2025 — nove —, segundo dados do Instituto Fogo Cruzado.
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Entre as vítimas estão trabalhadores em serviço, como entregadores por aplicativo, além de um cantor de pagode e um policial civil. Em menos de uma semana, três motoboys foram assassinados enquanto trabalhavam.
O caso mais recente é o de Bruno Barbosa dos Santos, de 24 anos, morto durante um assalto em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Dois homens em uma moto abordaram o entregador e atiraram ao suspeitar que ele estivesse armado.
Após a sequência de crimes, dezenas de entregadores realizaram uma motociata para pedir mais segurança. Durante o protesto, colegas de profissão exibiram cartazes pedindo justiça e cobraram ações do poder público.
Em um dos relatos mais emocionantes, um entregador mostrou o capacete perfurado por bala e lamentou o impacto da violência sobre as famílias das vítimas.
Além dos motoboys, outras mortes chocaram a população. O cantor de pagode Leonardo Afonso, conhecido como Leozinho, foi morto durante um assalto no bairro do Cachambi. Já o policial civil Paulo Vitor Silva Heitor foi baleado e morto no Maracanã, ao sair de um bar com a esposa.
Para o especialista em segurança pública Robson Rodrigues, a combinação de falta de policiamento e circulação de armas contribui para o aumento da letalidade nos assaltos.
"Os crimes acontecem onde há menos policiamento e mais oportunidades. Com armas circulando livremente, os assaltos tendem a ser cada vez mais violentos", afirma.
Rio registra 17 mortos em assaltos em 2026; número quase dobra em um anoEntre as vítimas estão trabalhadores em serviço, como entregadores por aplicativo; em menos de uma semana, três motoboys foram assassinados enquanto trabalhavamCidades2026-01-29T01:46:11.726ZPelo menos 17 pessoas morreram durante assaltos ou tentativas de roubo na região metropolitana do Rio de Janeiro somente neste ano. O número é quase o dobro do registrado no mesmo período de 2025 — nove —, segundo dados do Instituto Fogo Cruzado. Entre as vítimas estão trabalhadores em serviço, como entregadores por aplicativo, além de um cantor de pagode e um policial civil. Em menos de uma semana, três motoboys foram assassinados enquanto trabalhavam. O caso mais recente é o de Bruno Barbosa dos Santos, de 24 anos, morto durante um assalto em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Dois homens em uma moto abordaram o entregador e atiraram ao suspeitar que ele estivesse armado. Após a sequência de crimes, dezenas de entregadores realizaram uma motociata para pedir mais segurança. Durante o protesto, colegas de profissão exibiram cartazes pedindo justiça e cobraram ações do poder público. Em um dos relatos mais emocionantes, um entregador mostrou o capacete perfurado por bala e lamentou o impacto da violência sobre as famílias das vítimas. Além dos motoboys, outras mortes chocaram a população. O cantor de pagode Leonardo Afonso, conhecido como Leozinho, foi morto durante um assalto no bairro do Cachambi. Já o policial civil Paulo Vitor Silva Heitor foi baleado e morto no Maracanã, ao sair de um bar com a esposa. Para o especialista em segurança pública Robson Rodrigues, a combinação de falta de policiamento e circulação de armas contribui para o aumento da letalidade nos assaltos. "Os crimes acontecem onde há menos policiamento e mais oportunidades. Com armas circulando livremente, os assaltos tendem a ser cada vez mais violentos", afirma.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/rio-registra-17-mortos-em-assaltos-em-2026-numero-quase-dobra-em-um-ano