Menino de 10 anos morre eletrocutado em academia pública no Recife
Thomaz Felipe Bandeira da Rocha foi velado e sepultado na tarde desta quinta-feira (3)
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TV Jornal
04/10/2024, 04:26 • Atualizado em 04/10/2024, 04:26
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Thomaz Felipe Bandeira da Rocha, de 10 anos, que morreu eletrocutado no Recife. Foto: Reprodução
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O corpo do menino Thomaz Felipe Bandeira da Rocha, de apenas 10 anos, foi velado e sepultado na tarde desta quinta-feira (3), no Cemitério Várzea, na Zona Oeste do Recife, com tristeza, comoção e revolta de familiares e amigos.
O garoto morreu tragicamente após sofrer uma descarga elétrica a encostar numa estrutura metálica da Academia da Cidade, uma estrutura pública, na praça do bairro do Engenho do Meio, na Zona Oeste da cidade.
Colegas da escola e da comunidade prestaram homenagens ao garoto. Os pais de Thomaz, desolados, precisaram ser aparados pelos amigos, mas não saíram em nenhum momento do lado do caixão.
A madrinha da criança, Juliane Lima, afirmou que todos do bairro temiam que um acidente grave ocorresse diante do descaso no local público. "A nossa revolta é porque era uma tragédia anunciada. A gente sabia que um dia isso ia acontecer, mas não com a nossa família", lamentou em entrevista à reportagem da TV Jornal.
Menino de 10 anos morre eletrocutado em academia pública no RecifeThomaz Felipe Bandeira da Rocha foi velado e sepultado na tarde desta quinta-feira (3)Cidades2024-10-04T04:26:52.602Z O corpo do menino Thomaz Felipe Bandeira da Rocha, de apenas 10 anos, foi velado e sepultado na tarde desta quinta-feira (3), no Cemitério Várzea, na Zona Oeste do Recife, com tristeza, comoção e revolta de familiares e amigos. O garoto morreu tragicamente após sofrer uma descarga elétrica a encostar numa estrutura metálica da Academia da Cidade, uma estrutura pública, na praça do bairro do Engenho do Meio, na Zona Oeste da cidade. Colegas da escola e da comunidade prestaram homenagens ao garoto. Os pais de Thomaz, desolados, precisaram ser aparados pelos amigos, mas não saíram em nenhum momento do lado do caixão. A madrinha da criança, Juliane Lima, afirmou que todos do bairro temiam que um acidente grave ocorresse diante do descaso no local público. "A nossa revolta é porque era uma tragédia anunciada. A gente sabia que um dia isso ia acontecer, mas não com a nossa família", lamentou em entrevista à reportagem da TV Jornal.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/menino-de-10-anos-morre-eletrocutado-em-academia-publica-no-recife
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