Cidades

Força-tarefa investiga se o PCC tinha "olheiro" no voo do delator assassinado em São Paulo

Investigadores suspeitam que a facção criminosa monitorou os passos de Vinicius Gritzbach no trajeto da capital alagoana até São Paulo

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Kenzô Machida
13/11/2024, 14:33 • Atualizado em 13/11/2024, 14:33
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Momento dos disparos contra o delator Antônio Vinicius Lopes Gritzbach | Reprodução

Momento dos disparos contra o delator Antônio Vinicius Lopes Gritzbach | Reprodução

Os investigadores analisam a lista de passageiros do voo que trouxe Antônio Vinicius Gritzbach de Maceió para São Paulo. A suspeita, com base em informações de inteligência, é de que facção criminosa vinha monitorando todos os passos do delator que foi morto na sexta-feira (08) no desembarque do Aeroporto de Guarulhos.

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Investigadores da Polícia Federal (PF), Polícia Civil e promotores criminais levantaram a possibilidade de investigar a existência de um "olheiro" do PCC no voo. Fontes que conversaram com a reportagem do SBT News disseram que há uma suspeita consistente, com base em informações de inteligência, de que a facção criminosa vinha monitorando os passos de Gritzbach na capital alagoana e no trajeto de volta.

Segundo as investigações, a suspeita surgiu depois da análise do vídeo que mostra a sincrônia entre a saída do delator no Terminal 2 até a execução na pista de acesso aos carros. Desde o último sábado os investigadores fazem uma análise minuciosa na lista de passageiros do voo que partiu de Maceió para São Paulo.

A suspeita é que o " olheiro" teria a função de apoio e observação, ele ficaria responsável para avisar aos atiradores o momento exato de saída da aeronave, recebimento de bagagem, saída do terminal e acesso a pista dos carros, local onde o delator foi executado com 10 tiros.

Investigador acusado por delator do PCC é parente de corregedora da Polícia Civil de São Paulo

O SBT mostrou que um investigador da Polícia Civil, denunciado por corrupção por Gritzbach é parente da corregedora-geral da instituição. Rosemeire Monteiro de Francisco Ibanez é a responsável por entregar ao Conselho da Polícia Civil o pedido de afastamento do investigador, seu parente, Eduardo Monteiro.

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