Os investigadores analisam a lista de passageiros do voo que trouxe Antônio Vinicius Gritzbach de Maceió para São Paulo. A suspeita, com base em informações de inteligência, é de que facção criminosa vinha monitorando todos os passos do delator que foi morto na sexta-feira (08) no desembarque do Aeroporto de Guarulhos.
Investigadores da Polícia Federal (PF), Polícia Civil e promotores criminais levantaram a possibilidade de investigar a existência de um "olheiro" do PCC no voo. Fontes que conversaram com a reportagem do SBT News disseram que há uma suspeita consistente, com base em informações de inteligência, de que a facção criminosa vinha monitorando os passos de Gritzbach na capital alagoana e no trajeto de volta.
Segundo as investigações, a suspeita surgiu depois da análise do vídeo que mostra a sincrônia entre a saída do delator no Terminal 2 até a execução na pista de acesso aos carros. Desde o último sábado os investigadores fazem uma análise minuciosa na lista de passageiros do voo que partiu de Maceió para São Paulo.
A suspeita é que o " olheiro" teria a função de apoio e observação, ele ficaria responsável para avisar aos atiradores o momento exato de saída da aeronave, recebimento de bagagem, saída do terminal e acesso a pista dos carros, local onde o delator foi executado com 10 tiros.
Investigador acusado por delator do PCC é parente de corregedora da Polícia Civil de São Paulo
O SBT mostrou que um investigador da Polícia Civil, denunciado por corrupção por Gritzbach é parente da corregedora-geral da instituição. Rosemeire Monteiro de Francisco Ibanez é a responsável por entregar ao Conselho da Polícia Civil o pedido de afastamento do investigador, seu parente, Eduardo Monteiro.
Força-tarefa investiga se o PCC tinha "olheiro" no voo do delator assassinado em São PauloInvestigadores suspeitam que a facção criminosa monitorou os passos de Vinicius Gritzbach no trajeto da capital alagoana até São PauloCidades2024-11-13T14:33:50.103ZOs investigadores analisam a lista de passageiros do voo que trouxe Antônio Vinicius Gritzbach de Maceió para São Paulo. A suspeita, com base em informações de inteligência, é de que facção criminosa vinha monitorando todos os passos do delator que foi morto na sexta-feira (08) no desembarque do Aeroporto de Guarulhos. + Investigadores da Polícia Federal (PF), Polícia Civil e promotores criminais levantaram a possibilidade de investigar a existência de um "olheiro" do PCC no voo. Fontes que conversaram com a reportagem do SBT News disseram que há uma suspeita consistente, com base em informações de inteligência, de que a facção criminosa vinha monitorando os passos de Gritzbach na capital alagoana e no trajeto de volta. Segundo as investigações, a suspeita surgiu depois da análise do vídeo que mostra a sincrônia entre a saída do delator no Terminal 2 até a execução na pista de acesso aos carros. Desde o último sábado os investigadores fazem uma análise minuciosa na lista de passageiros do voo que partiu de Maceió para São Paulo. + A suspeita é que o " olheiro" teria a função de apoio e observação, ele ficaria responsável para avisar aos atiradores o momento exato de saída da aeronave, recebimento de bagagem, saída do terminal e acesso a pista dos carros, local onde o delator foi executado com 10 tiros. Investigador acusado por delator do PCC é parente de corregedora da Polícia Civil de São Paulo O SBT mostrou que um investigador da Polícia Civil, denunciado por corrupção por Gritzbach . Rosemeire Monteiro de Francisco Ibanez é a responsável por entregar ao Conselho da Polícia Civil o pedido de afastamento do investigador, seu parente, Eduardo Monteiro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/forca-tarefa-investiga-se-o-pcc-tinha-olheiro-no-voo-do-delator-assassinado-em-sao-paulo
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