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A investigação aponta que o plano, que envolvia explosivos e o uso de coquetel molotov, era tratado como um "desafio coletivo" na internet, buscando visibilidades nas redes sociais em grupos extremos de discurso de ódio.
A ação em conjunta com o Ministério da Justiça descobriu que os alvos eram crianças, adolescentes e o público LGBTQUIA+. Ao todo, mais de 2 milhões de pessoas se reuniram para ver o megashow de Gaga.
Praia de Copacabana em show de Lady Gaga | Reprodução/Prefeitura do Rio
"Os alvos da operação atuavam em plataformas digitais, promovendo a radicalização de adolescentes, a disseminação de crimes de ódio, automutilação, pedofilia e conteúdos violentos como forma de pertencimento e desafio entre jovens", explica a Polícia Civil.
Detenções e mandados
O líder do grupo foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo no Rio Grande do Sul. Na capital carioca, a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão por terrorismo e induzimento ao crime contra um homem que ameaçava matar uma criança ao vivo. Além disso, um adolescente foi apreendido por armazenamento de pornografia infantil.
Ao todo, a polícia cumpriu 15 mandados de busca e apreensão contra nove alvos nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso.
Um dos cuidados da Polícia Civil foi realizar a operação, nomeada de "Fake Monster", sem causar pânico entre os fãs.
"O trabalho foi executado com discrição e precisão, evitando pânico ou distorção das informações junto à população".
Bomba em show da Lady Gaga: "desafio coletivo" na internet mirava crianças, adolescentes e público LGBTQIA+Ao todo, mais de 2 milhões de pessoas se reuniram para ver o megashow da cantora norte-americanaCidades2025-05-04T15:23:43.945ZA Polícia Civil do Rio de Janeiro frustrou uma, na Praia de Copacabana, neste sábado (3). Um dos detidos planejava matar uma criança e transmitir o crime ao vivo. A investigação aponta que o plano, que envolvia explosivos e o uso de coquetel molotov, era tratado como um "desafio coletivo" na internet, buscando visibilidades nas redes sociais em grupos extremos de discurso de ódio. A ação em conjunta com o Ministério da Justiça descobriu que os alvos eram crianças, adolescentes e o público LGBTQUIA+. Ao todo, mais de 2 milhões de "Os alvos da operação atuavam em plataformas digitais, promovendo a radicalização de adolescentes, a disseminação de crimes de ódio, automutilação, pedofilia e conteúdos violentos como forma de pertencimento e desafio entre jovens", explica a Polícia Civil. Detenções e mandados O líder do grupo foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo no Rio Grande do Sul. Na capital carioca, a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão por terrorismo e induzimento ao crime contra um homem que ameaçava matar uma criança ao vivo. Além disso, um adolescente foi apreendido por armazenamento de pornografia infantil. Ao todo, a polícia cumpriu 15 mandados de busca e apreensão contra nove alvos nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso. Um dos cuidados da Polícia Civil foi realizar a operação, nomeada de "Fake Monster", sem causar pânico entre os fãs. "O trabalho foi executado com discrição e precisão, evitando pânico ou distorção das informações junto à população". São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/bomba-em-show-da-lady-gaga-desafio-coletivo-na-internet-mirava-criancas-adolescentes-e-publico-lgbtqia
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