Sargento da PM do DF é suspeito de lucrar R$ 6 milhões com esquema de pirâmide
Empresa “quebrou” e vários colegas de farda foram lesados, com alguns entregando imóveis na esperança de ter o retorno investido
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SBT News
12/06/2024, 09:39 • Atualizado em 12/06/2024, 09:39
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Agência Brasília /Denio Simões
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Um sargento da Polícia Militar do Distrito Federal é acusado de ficar milionário ao participar de um esquema de pirâmide financeira. Com promessa de lucros de até 10% ao mês com criptomoedas, o PM conseguiu convencer colegas de farda a investirem. O lucro foi de R$ 6 milhões.
Matheus Soares Maia foi alvo da “Operação Madoff”, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O nome da operação é uma referência a Bernie Madoff, autor da maior fraude financeira da história.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em vários endereços de Brasília e em Goiás. A investigação teve início após o caso ser levado à Corregedoria, com vários policiais cooptados pelo sargento e lesados, chegando a transferir imóveis ao grupo criminoso, na esperança de ter o valor investido pelos integrantes do esquema.
Empresas de fachada e milhões de reais movimentados
A empresa Liberty Up foi usada no esquema de pirâmide. Logo depois, “quebrou”, com falência decretada. A organização contava com o apoio de empresários, identificados como Vitória Cristina da Silva dos Santos Freitas e Daniel Ferreira Freitas. André Antunes Fernandes era sócio do sargento na empresa Maia & Fernandes Consultoria e Intermediações Ltda., usada para receber as “comissões” das vítimas envolvidas no esquema.
As transações com criptoativos faturou aproximadamente R$ 4 milhões em 2022. Já o sargento investigado recebeu cerca de R$ 6 milhões, valor incompatível com a renda mensal como policial militar. A estimativa dos prejuízos com as fraudes, porém, dever ser ainda maior que o apurado, por conta da quantidade de vítimas. Os suspeitos são investigados pelos crimes contra a economia popular, de estelionato, lavagem de capitais e organização criminosa.
Sargento da PM do DF é suspeito de lucrar R$ 6 milhões com esquema de pirâmide Empresa “quebrou” e vários colegas de farda foram lesados, com alguns entregando imóveis na esperança de ter o retorno investido Cidades2024-06-12T09:39:06.273Z Um sargento da Polícia Militar do Distrito Federal é acusado de ficar milionário ao participar de um esquema de pirâmide financeira. Com promessa de lucros de até 10% ao mês com criptomoedas, o PM conseguiu convencer colegas de farda a investirem. O lucro foi de R$ 6 milhões. Matheus Soares Maia foi alvo da “Operação Madoff”, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O nome da operação é uma . Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em vários endereços de Brasília e em Goiás. A investigação teve início após o caso ser levado à Corregedoria, com vários policiais cooptados pelo sargento e lesados, chegando a transferir imóveis ao grupo criminoso, na esperança de ter o valor investido pelos integrantes do esquema. Empresas de fachada e milhões de reais movimentados A empresa Liberty Up foi usada no esquema de pirâmide. Logo depois, “quebrou”, com falência decretada. A organização contava com o apoio de empresários, identificados como Vitória Cristina da Silva dos Santos Freitas e Daniel Ferreira Freitas. André Antunes Fernandes era sócio do sargento na empresa Maia & Fernandes Consultoria e Intermediações Ltda., usada para receber as “comissões” das vítimas envolvidas no esquema. As transações com criptoativos faturou aproximadamente R$ 4 milhões em 2022. Já o sargento investigado recebeu cerca de R$ 6 milhões, valor incompatível com a renda mensal como policial militar. A estimativa dos prejuízos com as fraudes, porém, dever ser ainda maior que o apurado, por conta da quantidade de vítimas. Os suspeitos são investigados pelos crimes contra a economia popular, de estelionato, lavagem de capitais e organização criminosa. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/sargento-da-pm-do-df-e-suspeito-de-lucrar-r-6-milhoes-com-esquema-de-piramide
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