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De acordo com a denúncia, os acusados integravam uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas, voltada principalmente para o tráfico de drogas e outros crimes violentos.
O grupo seria comandado por Dinozan Alves da Silva, conhecido como "Mun-Rá", que exercia função de liderança e tinha poder de decisão sobre as ações do bando.
Também foram denunciados:
Júlio César Lopes de Oliveira, o "Carioca";
Tiago Bezerra de Almeida;
William Moreira Mendes;
Vitor Ribeiro de Souza;
Alesson Monteiro de Sena, o "Piauí";
Marcelo Gomes dos Santos.
Segundo o Ministério Público, William Moreira Mendes iniciou as agressões após discutir com o policial, utilizando um capacete para golpear a vítima. Em seguida, Júlio César aplicou um "mata-leão", imobilizando o agente e permitindo que os demais o espancassem.
Tiago Bezerra de Almeida confessou ter dado cerca de quinze socos no rosto do policial. Vitor Ribeiro de Souza e Marcelo Gomes dos Santos também teriam participado ativamente das agressões, sendo que Marcelo ainda incitou os demais gritando "pega ladrão".
Na fase final, Dinozan "Mun-Rá" teria autorizado a execução e desferido golpes com pedaço de madeira e chutes, conforme mensagens interceptadas. Já Alesson "Piauí" participou do espancamento até a consumação do homicídio.
O laudo necroscópico, que será juntado aos autos, descreve os ferimentos que resultaram na morte do policial. O Ministério Público aponta que o crime foi cometido com meio cruel, dificultando a defesa da vítima, e para assegurar a impunidade do tráfico de drogas na região.
Dos sete denunciados, cinco estão detidos. Apenas Piauí e Marcelo Gomes seguem foragidos. O MPSP pede a prisão preventiva de todos.
Exclusivo: MP denuncia 7 suspeitos pela morte de policial civil na Favela do Gato (SP)Investigadores apontam que crime foi cometido por organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em São PauloCidades2025-09-15T21:12:22.249ZO Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou sete suspeitos pela . O agente do Departamento de Narcóticos (Denarc) realizava uma investigação na comunidade no dia do crime. De acordo com a denúncia, os acusados integravam uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas, voltada principalmente para o tráfico de drogas e outros crimes violentos. O grupo seria comandado por Dinozan Alves da Silva, conhecido como "Mun-Rá", que exercia função de liderança e tinha poder de decisão sobre as ações do bando. Também foram denunciados: Segundo o Ministério Público, William Moreira Mendes iniciou as agressões após discutir com o policial, utilizando um capacete para golpear a vítima. Em seguida, Júlio César aplicou um "mata-leão", imobilizando o agente e permitindo que os demais o espancassem. Tiago Bezerra de Almeida confessou ter dado cerca de quinze socos no rosto do policial. Vitor Ribeiro de Souza e Marcelo Gomes dos Santos também teriam participado ativamente das agressões, sendo que Marcelo ainda incitou os demais gritando "pega ladrão". Na fase final, Dinozan "Mun-Rá" teria autorizado a execução e desferido golpes com pedaço de madeira e chutes, conforme mensagens interceptadas. Já Alesson "Piauí" participou do espancamento até a consumação do homicídio. O laudo necroscópico, que será juntado aos autos, descreve os ferimentos que resultaram na morte do policial. O Ministério Público aponta que o crime foi cometido com meio cruel, dificultando a defesa da vítima, e para assegurar a impunidade do tráfico de drogas na região. Dos sete denunciados, cinco estão detidos. Apenas Piauí e Marcelo Gomes seguem foragidos. O MPSP pede a prisão preventiva de todos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/exclusivo-mp-denuncia-7-suspeitos-pela-morte-de-policial-civil-na-favela-do-gato-sp
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