Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! Clique aqui e siga o canal do SBT News.
As imagens foram divulgadas pelas autoridades ucranianas e mostram o drone acompanhando o civil antes do ataque. A Ucrânia afirma que o episódio faz parte de uma prática chamada de “safari humano”, que teria como alvo moradores, ambulâncias e outros civis.
Diante da frequência dos ataques, centenas de quilômetros de estradas e áreas urbanas passaram a ser cobertos por redes para dificultar a passagem dos drones.
A reportagem do SBT acompanhou, em fevereiro, um soldado brasileiro na região de Donetsk, uma das áreas mais disputadas da guerra. Durante o deslocamento, a equipe foi alertada sobre a presença de um drone. Pouco depois, os jornalistas encontraram um carro atingido.
O veículo utilizado pela equipe tinha um equipamento capaz de identificar sinais emitidos por drones e alertar sobre a aproximação.
Drones com fibra óptica dificultam defesa
Um dos principais desafios são os drones controlados por cabos de fibra óptica. Como não dependem de comunicação por rádio, eles não são afetados pelos equipamentos convencionais de interferência de sinal.
Esses drones podem atacar alvos a até 50 quilômetros de distância, segundo os militares ouvidos pela reportagem.
No início da guerra, a chamada zona de morte tinha, em média, cinco quilômetros, distância aproximada entre as tropas inimigas. Atualmente, essa área pode se estender por 20 ou 30 quilômetros.
A dimensão da zona de risco passou a ser determinada principalmente pelo alcance dos drones e pela atuação de seus pilotos.
Número de vítimas civis aumenta
O número de civis mortos na Ucrânia no primeiro semestre deste ano foi 37% maior do que no mesmo período do ano passado, segundo dados citados na reportagem.
As vítimas de ataques com drones também aumentaram de forma expressiva. Em 2025, o número mais que dobrou, de acordo com os levantamentos apresentados.
O caso de Kherson é apontado como exemplo de uma guerra cada vez mais tecnológica e letal, na qual equipamentos não tripulados são usados para localizar e atacar pessoas em áreas urbanas.
Rússia também acusa Ucrânia
A Rússia nega atacar deliberadamente civis e acusa a Ucrânia de adotar a mesma prática. Segundo Moscou, forças ucranianas têm bombardeado centros de logística da maior empresa de comércio eletrônico da Rússia. Apenas na última madrugada, três depósitos foram incendiados.
O Kremlin afirmou que pelo menos cinco civis morreram nesses ataques. As acusações de ambos os lados não foram verificadas de forma independente.
Ucrânia acusa Rússia de crime de guerra após ataque de droneImagens mostram equipamento perseguindo vendedor ambulante; Kiev afirma que civis são alvo de uma estratégia chamada de “safari humano”Mundo2026-08-04T23:52:23.523ZA Ucrânia acusou a de cometer um crime de guerra após a em , no sul do país. O e tentou escapar do equipamento dando voltas ao redor de um carro. Ele acabou atingido e sofreu ferimentos graves. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. As imagens foram divulgadas pelas autoridades ucranianas e mostram o drone acompanhando o civil antes do ataque. A afirma que o episódio faz parte de uma prática chamada de “safari humano”, que teria como alvo moradores, ambulâncias e outros civis. Diante da frequência dos ataques, centenas de quilômetros de estradas e áreas urbanas passaram a ser cobertos por redes para dificultar a passagem dos drones. A reportagem do SBT acompanhou, em fevereiro, um soldado brasileiro na região de , uma das áreas mais disputadas da guerra. Durante o deslocamento, a equipe foi alertada sobre a presença de um drone. Pouco depois, os jornalistas encontraram um carro atingido. O veículo utilizado pela equipe tinha um equipamento capaz de identificar sinais emitidos por drones e alertar sobre a aproximação. Drones com fibra óptica dificultam defesa Um dos principais desafios são os drones controlados por cabos de fibra óptica. Como não dependem de comunicação por rádio, eles não são afetados pelos equipamentos convencionais de interferência de sinal. Esses drones podem atacar alvos a até 50 quilômetros de distância, segundo os militares ouvidos pela reportagem. No início da guerra, a chamada zona de morte tinha, em média, cinco quilômetros, distância aproximada entre as tropas inimigas. Atualmente, essa área pode se estender por 20 ou 30 quilômetros. A dimensão da zona de risco passou a ser determinada principalmente pelo alcance dos drones e pela atuação de seus pilotos. Número de vítimas civis aumenta O número de civis mortos na Ucrânia no primeiro semestre deste ano foi 37% maior do que no mesmo período do ano passado, segundo dados citados na reportagem. As vítimas de ataques com drones também aumentaram de forma expressiva. Em 2025, o número mais que dobrou, de acordo com os levantamentos apresentados. O caso de Kherson é apontado como exemplo de uma guerra cada vez mais tecnológica e letal, na qual equipamentos não tripulados são usados para localizar e atacar pessoas em áreas urbanas. Rússia também acusa Ucrânia A Rússia nega atacar deliberadamente civis e acusa a Ucrânia de adotar a mesma prática. Segundo Moscou, forças ucranianas têm bombardeado centros de logística da maior empresa de comércio eletrônico da Rússia. Apenas na última madrugada, três depósitos foram incendiados. O Kremlin afirmou que pelo menos cinco civis morreram nesses ataques. As acusações de ambos os lados não foram verificadas de forma independente. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/ucrania-acusa-russia-de-crime-de-guerra-apos-ataque-de-drone
VÍDEO: barco explode durante abastecimento no Amazonas
Acidente ocorreu durante o abastecimento de uma embarcação às margens do Rio Negro; explosão foi registrada por câmeras de segurança e será investigada
EUA: Cancelamento de visto de embaixadora é reciprocidade
Ao SBT News, Departamento de Estado dos EUA diz que deu “todas as oportunidades” ao Brasil e que a medida não configura declaração de persona non grata