Presidente de Portugal dissolve Parlamento e anuncia novas eleições para maio
Decisão acontece após a queda do premiê Luís Montenegro, derrotado em moção de confiança no Parlamento
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SBT News
13/03/2025, 23:34 • Atualizado em 13/03/2025, 23:34
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O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, decidiu dissolver o Parlamento e convocar eleições antecipadas para 18 de maio. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13), dias após a queda do primeiro-ministro Luís Montenegro.
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A moção foi proposta pelo próprio Montenegro na semana passada, perto de completar um ano à frente do governo, em meio a acusações da oposição sobre negócios da Spinumviva, empresa de consultoria que ele fundou e que atualmente é gerida por seus filhos.
A oposição alega que o então premiê usou sua posição para favorecer a empresa, que recebe pagamentos mensais de 4.500 euros de uma operadora de cassinos. Montenegro nega qualquer irregularidade ou conflito de interesses, destacando que a empresa mantém contratos apenas com companhias privadas.
Líder do Partido Social Democrata (PSD), Montenegro comandava um governo minoritário e dependia do apoio de outras legendas. A rejeição da moção teve votos decisivos do Partido Socialista, de centro-esquerda, e do Chega, de extrema direita.
Os portugueses agora irão às urnas pela terceira vez em pouco mais de três anos. O país elegeu António Costa em janeiro de 2022, que renunciou em novembro de 2023 após uma operação policial, e, em março de 2024, Luís Montenegro, que venceu o Partido Socialista por uma margem estreita de menos de dois mil votos.
Presidente de Portugal dissolve Parlamento e anuncia novas eleições para maioDecisão acontece após a queda do premiê Luís Montenegro, derrotado em moção de confiança no Parlamento
Mundo2025-03-13T23:34:07.345ZO presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, decidiu dissolver o Parlamento e convocar eleições antecipadas para 18 de maio. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13), dias após a queda do primeiro-ministro Luís Montenegro. Na última terça-feira (11), A moção foi proposta pelo próprio Montenegro na semana passada, perto de completar um ano à frente do governo, em meio a acusações da oposição sobre negócios da Spinumviva, empresa de consultoria que ele fundou e que atualmente é gerida por seus filhos. A oposição alega que o então premiê usou sua posição para favorecer a empresa, que recebe pagamentos mensais de 4.500 euros de uma operadora de cassinos. Montenegro nega qualquer irregularidade ou conflito de interesses, destacando que a empresa mantém contratos apenas com companhias privadas. Líder do Partido Social Democrata (PSD), Montenegro comandava um governo minoritário e dependia do apoio de outras legendas. A rejeição da moção teve votos decisivos do Partido Socialista, de centro-esquerda, e do Chega, de extrema direita. Os portugueses agora irão às urnas pela terceira vez em pouco mais de três anos. O país elegeu António Costa em janeiro de 2022, que renunciou em novembro de 2023 após uma operação policial, e, em março de 2024, Luís Montenegro, que venceu o Partido Socialista por uma margem estreita de menos de dois mil votos. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/presidente-de-portugal-dissolve-parlamento-e-anuncia-novas-eleicoes-para-maio