Número de mortos em queda de avião militar na Colômbia sobe para 69
Aeronave transportava 128 passageiros, incluindo 11 membros da Força Aérea; causa do acidente é investigada
Camila Stucaluc
24/03/2026, 06:08 • Atualizado em 25/03/2026, 04:21
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Subiu para 69 o número de mortos em decorrência da queda de um avião militar em Puerto Leguízamo, na Colômbia, na tarde de segunda-feira (23). Segundo autoridades locais, outras 60 pessoas foram resgatadas com ferimentos, algumas em estado grave.
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O avião envolvido no acidente era de modelo Hercules C-130, um dos mais utilizados para o transporte de tropas militares no mundo. A aeronave, com capacidade para transportar até 150 passageiros, era utilizada desde 1983 nos Estados Unidos e foi adquirida pela Colômbia em 2020.
Em coletiva de imprensa, o chefe das Forças Armadas da Colômbia, Hugo Alejandro Lopez, informou que 128 pessoas estavam a bordo do avião, incluindo 11 membros da Força Aérea, 114 militares e dois policiais. Dos sobreviventes, 57 foram levados a hospitais próximos.
O acidente ocorreu ainda na decolagem, em Puerto Leguizamo, na fronteira com o Peru. As causas ainda são investigadas, mas acredita-se que o avião tenha sofrido um impacto ao final da pista. Algumas das munições transportadas detonaram com a colisão, provocando a explosão da aeronave.
“A aeronave caiu logo após a decolagem, aproximadamente um quilômetro e meio do aeródromo. De acordo com as informações preliminares, não há indicações de ataque por atores ilegais. Parte da munição transportada pelas tropas detonou, o que corresponde ao que pode ser ouvido em alguns vídeos circulando nas redes sociais”, disse o ministro da Defesa, Pedro Sánchez.
O presidente Gustavo Petro descreveu o acidente como “algo horrível que nunca deveria ter acontecido”. Pelas redes sociais, o político criticou o Congresso por não aprovar orçamento para a compra de novos equipamentos militares, dizendo que “assinaria um decreto” por si mesmo.
“Não concederei mais tempo; O que está em jogo são as vidas dos jovens. Por isso, contra o vento e a maré, modernizei a frota aérea estratégica e solicitei a compra imediata de helicópteros e aeronaves de transporte e de tropas para expandir a capacidade de transporte. O Diretor de Planejamento, junto com o ministro da Defesa, deve se reunir comigo para aprovar a compra”, escreveu Petro.
Número de mortos em queda de avião militar na Colômbia sobe para 69Aeronave transportava 128 passageiros, incluindo 11 membros da Força Aérea; causa do acidente é investigadaMundo2026-03-24T06:08:38.287ZSubiu para 69 o número de mortos em decorrência da , na Colômbia, na tarde de segunda-feira (23). Segundo autoridades locais, outras 60 pessoas foram resgatadas com ferimentos, algumas em estado grave. O avião envolvido no acidente era de modelo Hercules C-130, um dos mais utilizados para o transporte de tropas militares no mundo. A aeronave, com capacidade para transportar até 150 passageiros, era utilizada desde 1983 nos Estados Unidos e foi adquirida pela Colômbia em 2020. Em coletiva de imprensa, o chefe das Forças Armadas da Colômbia, Hugo Alejandro Lopez, informou que 128 pessoas estavam a bordo do avião, incluindo 11 membros da Força Aérea, 114 militares e dois policiais. Dos sobreviventes, 57 foram levados a hospitais próximos. O acidente ocorreu ainda na decolagem, em Puerto Leguizamo, na fronteira com o Peru. As causas ainda são investigadas, mas acredita-se que o avião tenha sofrido um impacto ao final da pista. Algumas das munições transportadas detonaram com a colisão, provocando a explosão da aeronave. “A aeronave caiu logo após a decolagem, aproximadamente um quilômetro e meio do aeródromo. De acordo com as informações preliminares, não há indicações de ataque por atores ilegais. Parte da munição transportada pelas tropas detonou, o que corresponde ao que pode ser ouvido em alguns vídeos circulando nas redes sociais”, disse o ministro da Defesa, Pedro Sánchez. O presidente Gustavo Petro descreveu o acidente como “algo horrível que nunca deveria ter acontecido”. Pelas redes sociais, o político criticou o Congresso por não aprovar orçamento para a compra de novos equipamentos militares, dizendo que “assinaria um decreto” por si mesmo. “Não concederei mais tempo; O que está em jogo são as vidas dos jovens. Por isso, contra o vento e a maré, modernizei a frota aérea estratégica e solicitei a compra imediata de helicópteros e aeronaves de transporte e de tropas para expandir a capacidade de transporte. O Diretor de Planejamento, junto com o ministro da Defesa, deve se reunir comigo para aprovar a compra”, escreveu Petro.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/numero-de-mortos-em-queda-de-aviao-militar-na-colombia-sobe-para-66
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