Hamas acusa Israel de matar 20 pessoas em fila por ajuda humanitária
Episódio aumenta a pressão para que Israel chegue a um acordo de cessar-fogo
S
SBT Brasil
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, afirma que Israel matou 20 pessoas que estavam numa fila, à espera de ajuda humanitária.
O episódio aumenta a pressão para que Tel Aviv chegue a um acordo de cessar-fogo. Em menos de quatro meses, a guerra contra o grupo extremista já matou mais de 25 mil palestinos.
O Exército de Israel divulgou imagens dos soldados em Khan Younis, e afirma que os alvos são apenas os integrantes do Hamas, mas imagens mostram o momento em que civis que carregavam um lenço branco foram alvejados. Um deles morreu no local.
"Nós estávamos esperando pelos caminhões com comida, quando os tanques chegaram e jogaram granadas", relata um homem ferido.
Os ataques israelenses acontecem no momento em que os rebeldes Houthis, do Iêmen, atacam navios americanos e de outros países no Mar Vermelho em protesto aos bombardeios ao território palestino. Os Estados Unidos continuam a responder militarmente. Segundo a Casa Branca, novos alvos dos rebeldes foram atingidos e os contra-ataques vão seguir.
Enquanto isso, em Israel, cresce a pressão contra Netanyahu. Parentes dos mais de 100 reféns levados pelo Hamas protestam.
Nas últimas horas, um áudio do primeiro-ministro vazou. Netanyahu critica o Catar, que participa dos esforços para mediar a libertação dos reféns junto ao Hamas, dizendo que o país árabe é problemático. Doha classificou a fala como "irresponsável", e afirmou que o premiê israelense só pensa na própria carreira política. O gabinete de Netanyahu não comentou o caso.
Hamas acusa Israel de matar 20 pessoas em fila por ajuda humanitáriaEpisódio aumenta a pressão para que Israel chegue a um acordo de cessar-fogoMundo2024-01-26T00:17:30.696Z O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, afirma que Israel matou 20 pessoas que estavam numa fila, à espera de ajuda humanitária. O episódio aumenta a pressão para que Tel Aviv chegue a um acordo de cessar-fogo. Em menos de quatro meses, a guerra contra o grupo extremista já matou mais de 25 mil palestinos. O Exército de Israel divulgou imagens dos soldados em Khan Younis, e afirma que os alvos são apenas os integrantes do Hamas, mas imagens mostram o momento em que civis que carregavam um lenço branco foram alvejados. Um deles morreu no local. "Nós estávamos esperando pelos caminhões com comida, quando os tanques chegaram e jogaram granadas", relata um homem ferido. Os ataques israelenses acontecem no momento em que os rebeldes Houthis, do Iêmen, atacam navios americanos e de outros países no Mar Vermelho em protesto aos bombardeios ao território palestino. Os Estados Unidos continuam a responder militarmente. Segundo a Casa Branca, novos alvos dos rebeldes foram atingidos e os contra-ataques vão seguir. Enquanto isso, em Israel, cresce a pressão contra Netanyahu. Parentes dos mais de 100 reféns levados pelo Hamas protestam. Nas últimas horas, um áudio do primeiro-ministro vazou. Netanyahu critica o Catar, que participa dos esforços para mediar a libertação dos reféns junto ao Hamas, dizendo que o país árabe é problemático. Doha classificou a fala como "irresponsável", e afirmou que o premiê israelense só pensa na própria carreira política. O gabinete de Netanyahu não comentou o caso.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/hamas-acusa-israel-de-matar-20-pessoas-em-fila-por-ajuda-humanitaria