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Estados Unidos pressionam Israel a desistir de ataque em Rafah

Ataques aéreos mataram 14 pessoas na região nesta terça-feira

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Os Estados Unidos estão pressionando Israel a desistir de atacar Rafah por terra. A cidade, na fronteira com o Egito, abriga a maioria da população de Gaza.

Os bombardeios seguem mesmo com o resgate dos feridos. Militares israelenses também continuam no interior do hospital Al Shifa, onde afirmam ter matado 50 integrantes do Hamas.

Em Rafah, 14 pessoas foram mortas, nesta terça-feira (19), em ataques aéreos. Tel Aviv diz que a cidade é o último reduto do grupo extremista e planeja uma invasão por terra, algo que vem gerando embates com o principal aliado, os Estados Unidos.

Uma missão israelense é esperada em Washington nos próximos dias. Na última conversa com Benjamin Netanyahu, por telefone, Joe Biden alertou o premiê que a invasão de Rafah pode isolar Israel na comunidade internacional.

O secretário de Estado Antony Blinken vai novamente ao Egito e à Arábia Saudita tentar costurar um acordo.

Em Beirute, o chanceler Mauro Vieira cobrou, em nome do Brasil, o cessar-fogo e a libertação dos reféns mantidos pelo Hamas.

Enquanto isso, em Gaza, os sobreviventes do conflito se espremem pra conseguir um prato de sopa. Segundo a ONU, a região está prestes a entrar na escala mais alta da fome, algo que só havia sido registrado na Somália e no Sudão do Sul.

As Nações Unidas também acusam Israel de impedir a entrega de alimentos, o que poderia configurar crime de guerra. Tel Aviv nega e diz que tem feito tudo o que é possível para ajudar a população civil palestina.

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