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Empresária acusada de fornecer passaporte falso a Ronaldinho Gaúcho é presa no Paraguai

Dalia López estava foragida há seis anos e foi localizada em Assunção

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Dalia López providenciou passaporte e documento de identidade falsos para Ronaldinho Gaúcho participar de evento no Paraguai | Divulgação/Policia Nacional e Ministério Público
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A Polícia do Paraguai prendeu na quinta-feira (2) Dalia López, empresária foragida há seis anos acusada de fornecer passaportes falsos ao ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis Moreira.

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Dalia foi localizada em uma casa no bairro Herrera, em Assunção. A operação foi conduzida após trabalhos de inteligência e monitoramento por equipes do Departamento contra o Tráfico de Armas, em coordenação com o Departamento Especializado na Luta contra o Narcotráfico e Delitos Conexos do Paraguai. Ela era procurada desde março de 2020.

Na ocasião, Dalia foi responsável por fornecer documentações falsas — dois passaportes brasileiros e duas identidades paraguaias — ao jogador pentacampeão do mundo e seu irmão, Roberto de Assis Moreira, para que participassem da inauguração de um cassino online e o lançamento de um livro, "Craque da Vida", no país.

Ronaldinho Gaúcho e Roberto Moreira estavam com o passaporte brasileiro retido desde 2018 por uma condenação de crime ambiental em 2015, e as inconsistências nos passaportes apresentados por eles foram percebidas ainda no aeroporto, no dia 4 de março de 2020, mas ambos foram liberados. Contudo, acabaram detidos no dia seguinte, quando agentes foram até o hotel onde estavam hospedados e encontraram os documentos falsificados.

O ex-atleta e o irmão ficaram quase seis meses detidos no país — parte em uma unidade prisional, parte em regime de prisão domiciliar num hotel de luxo em Assunção — até serem liberados após pagarem uma multa de 1,6 milhões de dólares.

Ronaldinho sempre afirmou que foi surpreendido e não teria qualquer participação no crime. O processo movido contra ele o irmão foi encerrado no país ainda em 2020.

Em nota, o Ministério Público do Paraguai informou que Dalia irá responder pelos crimes de produção de documentos públicos com conteúdo falso e associação criminosa.

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