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Brasileiro é preso nos EUA acusado de vender documentos

Segundo comunicado do governo Trump, Romulo Ferreira teria vendido cartões de residência, de Previdência Social e uma carteira de motorista falsificados

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Caroline Vale
Brasileiro está sendo acusado de vender documentos de identificação para imigrantes em situação irregular. | Divulgação/Tribunal Distrital dos EUA

Brasileiro está sendo acusado de vender documentos de identificação para imigrantes em situação irregular. | Divulgação/Tribunal Distrital dos EUA

Um brasileiro de 39 anos foi preso nos Estados Unidos, suspeito de vender documentos de identificação falsos. O governo de Donald Trump falou sobre o caso em uma nota pública divulgada pelo gabinete da Procuradoria para o distrito de Massachusetts.

Romulo Ferreira de Oliveira, de 39 anos, responde a duas acusações de transferência consciente de documentos de identificação falsificados, segundo comunicado da última quinta-feira (15). Ainda segundo o comunicado do gabinete, o brasileiro vivia ilegal em Braintree, no estado de Massachusetts.

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De acordo com a acusação, Romulo teria vendido documentos falsos a um informante confidencial em duas ocasiões, em julho de 2026, em troca de dinheiro.

No primeiro caso, em 18 de julho, ele teria vendido um cartão de residente permanente legal e um cartão fraudulento do Seguro Social dos Estados Unidos. Em 28 de julho, teria vendido outros 11 cartões falsos do Seguro Social e uma carteira de motorista brasileira falsificada.

O brasileiro compareceu a um tribunal federal em Boston em 13 de outubro e a uma audiência no dia 16.

A acusação prevê pena de até 15 anos de prisão, três anos de liberdade supervisionada e multa de US$ 250 mil (cerca de R$ 1,25 milhão). O réu também está sujeito à deportação após o cumprimento de eventual pena.

O caso é conduzido pela Procuradoria dos Estados Unidos em Massachusetts, com participação de agentes do Serviço de Investigações de Segurança Interna (HSI, na sigla em inglês) e da polícia de Braintree.

Segundo o próprio governo norte-americano, as informações apresentadas nos documentos judiciais constituem alegações. O brasileiro ainda não foi considerado culpado pela Justiça.

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