Eleições

PSD anuncia ‘neutralidade’ no 2º turno entre Lula e Flávio

Partido lançou o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado na disputa pelo Palácio do Planalto; candidato ficou em quinto lugar

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Camila Stucaluc
PSD anuncia ‘neutralidade’ no 2º turno entre Lula e Flávio

PSD anuncia ‘neutralidade’ no 2º turno entre Lula e Flávio

O presidente do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, anunciou na noite de domingo (4) que manterá a neutralidade no segundo turno das eleições. O pleito, marcado para 25 de outubro, será disputado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL).

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Em nota, Kassab afirmou que a campanha de Ronald Caiado foi propositiva, “sem apelar aos extremismos que têm atrasado o Brasil ao longo das últimas eleições”, e que o Brasil “perdeu uma oportunidade". Disse, também, que vai liberar as lideranças estaduais do partido para apoiarem as candidaturas que quiserem.

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"Diante da diversidade de cenários eleitorais que tivemos nos Estados, em que as instâncias estaduais do PSD tiveram liberdade para construir suas alianças, a direção nacional entende como natural manter esta diretriz neste segundo turno. Assim, cada diretório estadual, parlamentar, liderança partidária, filiados e militantes terão liberdade para definir seu apoio na eleição presidencial e em eventual disputa estadual", escreveu.

"Torceremos e atuaremos politicamente para que não sejam mais quatro anos de brigas pouco produtivas e debates sobre temas que não estão na pauta do desenvolvimento brasileiro, independentemente do vencedor", acrescentou.

Caiado registrou 2,19% dos votos, ficando em quinto lugar na corrida pelo Palácio do Planalto, atrás de Renan Santos (Missão), 2,24%, Augusto Cury (Avante), 2,89%, Lula, 45,13% e Flávio, 47,05%. Após a divulgação dos resultados, Caiado afirmou que iria se reunir com Kassab antes de anunciar um eventual apoio para outra candidatura.

“Neste momento, vou guardar a minha coerência, mas jamais vou me pronunciar sem antes estar reunido com o presidente do meu partido, Kassab”, disse mais cedo, em coletiva à imprensa.

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