Novo aciona TSE para barrar atos pró-Lula com artistas
Partido pede suspensão de eventos previstos para domingo (18) e cobra esclarecimentos sobre financiamento de apresentações musicais
SBT News
Caetano Veloso e Daniela Mercury encabeçam "Atos pela Democracia" | Reprodução/Redes sociais
O partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (17) para tentar suspender manifestações com apresentações musicais em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), previstas para este domingo (18), a uma semana do segundo turno.
A legenda argumenta que os atos podem configurar showmícios, prática proibida pela legislação eleitoral.
A petição cita a previsão de shows em Copacabana, no Rio de Janeiro, e em Salvador. As apresentações, denominadas "Atos pela Democracia", são encabeçadas por Caetano Veloso e por Daniela Mercury.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
No Rio, confirmaram presença Djavan, Marina Sena, Chico César, Xamã, João Bosco, Frejat, entre outros artistas. Na Bahia, participarão Gilberto Gil, BaianaSystem, Zélia Duncan, O Kanalha, entre outros cantores. Os shows foram descritos como uma "iniciativa da sociedade civil, independente e suprapartidária".
Além da proibição dos atos, o Novo pede que a Justiça Eleitoral determine a apresentação de contratos, notas fiscais, comprovantes de pagamento e comunicações relacionadas à organização dos eventos. O objetivo é identificar os financiadores.
“Usar showmício em período de campanha eleitoral é contra a lei e as regras eleitorais precisam ser respeitadas. O que estamos pedindo é transparência sobre a finalidade dos eventos, seus custos e quem está pagando a conta”, afirmou o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro.
A legislação eleitoral proíbe a realização de showmícios e apresentações artísticas destinadas a promover candidaturas, mesmo quando os artistas não recebem remuneração.
Novo aciona TSE para barrar atos pró-Lula com artistasPartido pede suspensão de eventos previstos para domingo (18) e cobra esclarecimentos sobre financiamento de apresentações musicaisEleições2026-10-17T18:41:09.578ZO partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (17) para tentar suspender manifestações com apresentações musicais em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), previstas para este domingo (18), a uma semana do segundo turno. A legenda argumenta que os atos podem configurar showmícios, prática proibida pela legislação eleitoral. A petição cita a previsão de shows em Copacabana, no Rio de Janeiro, e em Salvador. As apresentações, denominadas "Atos pela Democracia", são encabeçadas por Caetano Veloso e por Daniela Mercury. No Rio, confirmaram presença Djavan, Marina Sena, Chico César, Xamã, João Bosco, Frejat, entre outros artistas. Na Bahia, participarão Gilberto Gil, BaianaSystem, Zélia Duncan, O Kanalha, entre outros cantores. Os shows foram descritos como uma "iniciativa da sociedade civil, independente e suprapartidária". Além da proibição dos atos, o Novo pede que a Justiça Eleitoral determine a apresentação de contratos, notas fiscais, comprovantes de pagamento e comunicações relacionadas à organização dos eventos. O objetivo é identificar os financiadores. “Usar showmício em período de campanha eleitoral é contra a lei e as regras eleitorais precisam ser respeitadas. O que estamos pedindo é transparência sobre a finalidade dos eventos, seus custos e quem está pagando a conta”, afirmou o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro. A legislação eleitoral proíbe a realização de showmícios e apresentações artísticas destinadas a promover candidaturas, mesmo quando os artistas não recebem remuneração. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/novo-aciona-tse-para-barrar-atos-pro-lula-com-artistas
Entre novos infectados estão profissionais de saúde que atenderam primeiro paciente do país; autoridades afirmam não ter evidências de transmissão comunitária
Atos contra aumento do custo de vida e precariedade dos serviços públicos atingiram várias cidades; Em Lyon, prédio do escritório de turismo foi incendiado