Após guerra no WhatsApp, Chiquini aciona PGR contra Janones
Deputado eleito acusa parlamentares de disseminar informações falsas contra Flávio Bolsonaro e pede abertura de investigação
Gabriela Tunes
"Exército do Lula" já conta com mais de 1,2 milhão de seguidores | Reprodução
O deputado federal eleito e advogado Jeffrey Chiquini (Novo-PR) protocolou nesta quarta-feira (7) uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados federais André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ). Ele acusa os parlamentares de disseminar informações falsas sobre o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
No documento, Chiquini afirma que Janones e Lindbergh teriam atuado de forma coordenada para divulgar informações de que Flávio acabaria com programas sociais, como o Bolsa Família, extinguiria o salário mínimo e reduziria o valor das aposentadorias.
Segundo o deputado eleito, Janones teria utilizado as redes sociais e grupos de WhatsApp para disseminar os conteúdos, enquanto Lindbergh teria contribuído para ampliar o alcance das publicações.
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A iniciativa ocorre em meio a uma disputa digital entre apoiadores de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro. Na terça-feira (6), integrantes da comunicação do PL organizaram uma ação com influenciadores de direita para tentar derrubar o canal de WhatsApp criado por Janones, chamado "Exército do Lula", conforme revelou o SBT News.
Na notícia-crime, Chiquini aponta possíveis crimes eleitorais, como difamação e divulgação de fatos sabidamente inverídicos, além de suspeita de organização criminosa.
O advogado pede a abertura de uma investigação, a preservação de registros digitais, a realização de perícia pela Polícia Federal e a coleta de depoimentos, incluindo o de Flávio Bolsonaro e de representantes da Meta.
A notícia-crime será analisada pela PGR, que avaliará os pedidos apresentados.
Após guerra no WhatsApp, Chiquini aciona PGR contra JanonesDeputado eleito acusa parlamentares de disseminar informações falsas contra Flávio Bolsonaro e pede abertura de investigaçãoEleições2026-10-08T00:40:55.265ZO deputado federal eleito e advogado Jeffrey Chiquini (Novo-PR) protocolou nesta quarta-feira (7) uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados federais André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ). Ele acusa os parlamentares de disseminar informações falsas sobre o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). No documento, Chiquini afirma que Janones e Lindbergh teriam atuado de forma coordenada para divulgar informações de que Flávio acabaria com programas sociais, como o Bolsa Família, extinguiria o salário mínimo e reduziria o valor das aposentadorias. Segundo o deputado eleito, Janones teria utilizado as redes sociais e grupos de WhatsApp para disseminar os conteúdos, enquanto Lindbergh teria contribuído para ampliar o alcance das publicações. A iniciativa ocorre em meio a uma disputa digital entre apoiadores de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro. Na terça-feira (6), integrantes da comunicação do PL organizaram uma ação com influenciadores de direita para tentar derrubar o canal de WhatsApp criado por Janones, chamado "Exército do Lula", . Na notícia-crime, Chiquini aponta possíveis crimes eleitorais, como difamação e divulgação de fatos sabidamente inverídicos, além de suspeita de organização criminosa. O advogado pede a abertura de uma investigação, a preservação de registros digitais, a realização de perícia pela Polícia Federal e a coleta de depoimentos, incluindo o de Flávio Bolsonaro e de representantes da Meta. A notícia-crime será analisada pela PGR, que avaliará os pedidos apresentados.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/apos-guerra-no-whats-app-chiquini-aciona-pgr-contra-janones
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