PT e PSB farão convenções encenadas para aprovar chapa Lula e Alckmin
Aliança deve ser aprovada pelo diretório dos dois partidos, depois de reunião presencial de caciques

Débora Bergamasco
Nesta 6ª feira (8.abr), às 10h, no hotel Grand Mercure do Ibirapuera, em São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e o presidente do PSB, Carlos Siqueira terão a primeira reunião presencial e oficial para discutir a formalização da indicação do ex-tucano à chapa com o petista para concorrer ao Planalto.
Esta é a primeira conversa e pode ser que seja última sobre este tema, já que esta questão está bem azeitada dentro da cúpula dos dois partidos. De toda forma, ambas as legendas vão submeter a provável aliança à aprovação de seus diretórios nacionais.
Dentro do PT, figuras históricas do partido resistem publicamente ao nome do ex-tucano. Por isso, apurou o SBT News, essa ratificação por parte da sigla é importante até por uma questão de adaptação de discurso. Segundo esses petistas, se o diretório do PT aprovar a chapa democraticamente, então, mesmo que um sujeito seja contra a união, ele se sentirá confortável para abraçar a aliança e acabar com a resistência. Na prática, se Lula quer, o PT vai apoiar, mesmo com o ritual e a liturgia imprescindíveis.









