Importações e exportações brasileiras aumentam 3,3%
A soma foi de cerca de US$ 600 bilhões em 2024; China foi o país que mais comprou do Brasil
S
SBT Brasil
29/03/2025, 23:31 • Atualizado em 30/03/2025, 00:44
compartilhar
As importações e exportações brasileiras somaram cerca de US$ 600 bilhões em 2024, um aumento de 3,3% em relação ao ano anterior, segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas. A maior parte dessas trocas ocorreu com a China.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
O estudo, inédito, mostra ainda que o saldo do Brasil é positivo nos últimos 27 anos: US$ 1,249 trilhão.
Dinheiro que vem principalmente da comercialização de matérias-primas, como soja, petróleo e minério de ferro.
A China é a líder da exportação brasileira. No ano passado, foi o destino de vinte e oito por cento de tudo que foi exportado pelo Brasil. Já os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com 12% das exportações.
A Argentina aparece em terceiro lugar, 4,1% das exportações. Juntos, esses três países concentram quase metade das transações financeiras internacionais do Brasil.
Números que podem ser impactados pelo chamado tarifaço do presidente americano, Donald Trump. Desde o último dia doze de março, a alíquota de importação de aço nos EUA subiu para 25%. Atualmente, o Brasil é o segundo maior fornecedor do produto para os americanos.
Nesse cenário, haverá uma aproximação ainda maior com os países asiáticos, explica o diretor do conselho Brasil-China. É que os chineses também se tornaram alvo da política protecionista de Trump. Por isso, as carnes brasileiras ficaram mais atrativas para eles.
"Essa é uma chance que a gente tem nesse momento de ampliar nossas exportações para a China e ter maiores ganhos tendo em vista que o produto americano vai ficar mais caro no mercado chinês", disse Túlio Cariello, diretor de conteúdo do conselho empresarial Brasil-China.
Importações e exportações brasileiras aumentam 3,3%A soma foi de cerca de US$ 600 bilhões em 2024; China foi o país que mais comprou do BrasilEconomia2025-03-29T23:31:43.754ZAs importações e exportações brasileiras somaram cerca de US$ 600 bilhões em 2024, um aumento de 3,3% em relação ao ano anterior, segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas. A maior parte dessas trocas ocorreu com a China. O estudo, inédito, mostra ainda que o saldo do Brasil é positivo nos últimos 27 anos: US$ 1,249 trilhão. Dinheiro que vem principalmente da comercialização de matérias-primas, como soja, petróleo e minério de ferro. A China é a líder da exportação brasileira. No ano passado, foi o destino de vinte e oito por cento de tudo que foi exportado pelo Brasil. Já os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com 12% das exportações. A Argentina aparece em terceiro lugar, 4,1% das exportações. Juntos, esses três países concentram quase metade das transações financeiras internacionais do Brasil. Tarifaço Números que podem ser impactados pelo chamado tarifaço do presidente americano, Donald Trump. Desde o último dia doze de março, a alíquota de importação de aço nos EUA subiu para 25%. Atualmente, o Brasil é o segundo maior fornecedor do produto para os americanos. Nesse cenário, haverá uma aproximação ainda maior com os países asiáticos, explica o diretor do conselho Brasil-China. É que os chineses também se tornaram alvo da política protecionista de Trump. Por isso, as carnes brasileiras ficaram mais atrativas para eles. "Essa é uma chance que a gente tem nesse momento de ampliar nossas exportações para a China e ter maiores ganhos tendo em vista que o produto americano vai ficar mais caro no mercado chinês", disse Túlio Cariello, diretor de conteúdo do conselho empresarial Brasil-China. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/importacoes-e-exportacoes-brasileiras-aumentam-3-3
Tarifas: Lula usa soberania como falsa narrativa, diz Flávio
Senador vai participar de audiência na terça (7) e falará contra incidência das sobretaxas; empresários veem ação com pouco efetividade e foco político