Polícia Federal recupera obras raras furtadas de museu no Pará em 2008
60 livros raros desapareceram do acervo do Emílio Goeldi, que tem mais de 350 mil obras sobre a história da Amazônia
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Mayra Leal
12/05/2024, 02:50 • Atualizado em 12/05/2024, 02:50
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A Polícia Federal recuperou cinco de 60 obras raras que foram furtadas do acervo do museu Emílio Goeldi, no Pará, em 2008.
A ação mais recente dos policias aconteceu na quarta-feira (1º), em Londres, onde um livro do alemão Johann Baptist von Spix sobre espécies de macacos e morcegos brasileiros, publicado em 1823, foi recuperado em em cooperação com a Scotland Yard.
Foi a segunda obra encontrada na capital da Inglaterra desde o ano dos desaparecimentos, quando a operação da Polícia Federal começou. Em 2011, três funcionários do Emílio Goeldi foram denunciados por suspeita de facilitar o crime.
Ao todo, há mais de 350 mil livros e revistas sobre a história da Amazônia no acervo do museu. Cerca de quatro mil desses títulos são raros e ficam em um espaço restrito no local.
Desde que 60 deles desapareceram, a equipe do Emílio Goeldi colocou livros "normais" no lugar dos raros, segundo a curadora da coleção, Berenice Bacelar.
Após a ação da Polícia Federal, "o vazio que estava na estante está se recompondo", segundo Bacelar. "Esperamos que todos voltem", disse a curadora.
Polícia Federal recupera obras raras furtadas de museu no Pará em 200860 livros raros desapareceram do acervo do Emílio Goeldi, que tem mais de 350 mil obras sobre a história da AmazôniaCultura2024-05-12T02:50:46.902ZA Polícia Federal recuperou cinco de 60 obras raras que foram furtadas do acervo do museu Emílio Goeldi, no Pará, em 2008. A ação mais recente dos policias aconteceu na quarta-feira (1º), em Londres, onde um livro do alemão Johann Baptist von Spix sobre espécies de macacos e morcegos brasileiros, publicado em 1823, foi recuperado em em cooperação com a Scotland Yard. Foi a segunda obra encontrada na capital da Inglaterra desde o ano dos desaparecimentos, quando a operação da Polícia Federal começou. Em 2011, três funcionários do Emílio Goeldi foram denunciados por suspeita de facilitar o crime. Ao todo, há mais de 350 mil livros e revistas sobre a história da Amazônia no acervo do museu. Cerca de quatro mil desses títulos são raros e ficam em um espaço restrito no local. Desde que 60 deles desapareceram, a equipe do Emílio Goeldi colocou livros "normais" no lugar dos raros, segundo a curadora da coleção, Berenice Bacelar. Após a ação da Polícia Federal, "o vazio que estava na estante está se recompondo", segundo Bacelar. "Esperamos que todos voltem", disse a curadora.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/cultura/policia-federal-recupera-obras-raras-furtadas-de-museu-no-para-em-2008
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