Brasil

Violência e tecnologia impulsionam mercado de segurança eletrônica no Brasil

Setor deve movimentar R$ 5 bilhões até o fim do ano, com aumento de 26% na procura por instalação de equipamentos residenciais

S
L
Simone Queiroz, Leonardo Ferreira
01/11/2025, 01:07 • Atualizado em 01/11/2025, 01:07
compartilhar
- -

O aumento da violência nas grandes cidades, aliado ao avanço da tecnologia, tem impulsionado o mercado de segurança eletrônica no Brasil. Cada vez mais, é comum perceber nas ruas que os tradicionais portões já não são suficientes.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

Prédios e casas estão cercados por câmeras de monitoramento. Esses equipamentos cobrem áreas comuns dos condomínios e buscam oferecer segurança — ou, pelo menos, a sensação de proteção. Cercas, que no campo impedem a fuga de animais, nas cidades grandes são usadas para tentar inibir invasões. Além disso, sensores de movimento, reconhecimento facial e outras ferramentas se somam às grades e fechaduras do passado, que agora são complementadas por soluções eletrônicas.

A expectativa é de que o setor de segurança eletrônica movimente R$ 5 bilhões no Brasil até o final de 2025. Uma plataforma que conecta clientes a instaladores de equipamentos, a GetNinjas, aponta que a procura por esse tipo de serviço cresceu mais de 26% entre maio e setembro deste ano.

A região Sul do país é a que apresenta maior demanda por esses serviços, mas o fenômeno é nacional e acompanha os números da violência. Os furtos e roubos em residências aumentaram 11% no último ano nas capitais brasileiras. Na cidade de São Paulo, foram registradas mais de 4.400 ocorrências desse tipo até agosto de 2025.

Apesar do número estar estável em relação ao ano anterior, a sensação de insegurança permanece e reforça a busca por soluções tecnológicas para proteção dos lares.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz

Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz

Imagem da notícia: Pauta-bomba: Durigan cogita STF, mas ainda aguarda Câmara

Pauta-bomba: Durigan cogita STF, mas ainda aguarda Câmara

Imagem da notícia: Deolane reclama de calor e comida, mas juiz nega domiciliar

Deolane reclama de calor e comida, mas juiz nega domiciliar

Imagem da notícia: Lula sanciona lei para recuperação da Caatinga

Lula sanciona lei para recuperação da Caatinga

Imagem da notícia: Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz

Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz

Imagem da notícia: Pauta-bomba: Durigan cogita STF, mas ainda aguarda Câmara

Pauta-bomba: Durigan cogita STF, mas ainda aguarda Câmara

Imagem da notícia: Deolane reclama de calor e comida, mas juiz nega domiciliar

Deolane reclama de calor e comida, mas juiz nega domiciliar

Imagem da notícia: Lula sanciona lei para recuperação da Caatinga

Lula sanciona lei para recuperação da Caatinga

Últimas notícias

Reforma tributária: TCU define rito para calcular alíquotas

Tribunal aprova norma que disciplina análise da CBS e do IBS; cálculos deverão ser enviados ao Senado até 15 de setembro

Abertura da Copa do Mundo 2026: veja horário e onde assistir

Evento no Estádio Azteca terá shows de Shakira, Burna Boy, J Balvin e muitos outros

Senado aprova pauta-bomba de R$140 bi sem acordo com governo

Texto permite a renegociação da dívida rural e foi ampliado na Comissão de Assuntos Econômicos; Fazenda tentou negociar termos, mas não houve consenso

Embaixada dos EUA no Iraque emite alerta de segurança

Representação diplomática reforçou alerta nível 4, de não viajar ao país sob nenhuma circunstância; EUA lança nova série de "ataques de autodefesa" contra Irã

Aldo Rebelo: 'Barbosa ainda não se apresentou ao eleitor'

Ao SBT News, ex-ministro criticou o ex-presidente do STF, afirmando que ele não 'deu uma única entrevista' desde que teve seu nome lançado pelo DC

STF suspende julgamento de recursos sobre regulação de redes

Relator do caso, Dias Toffoli iniciou seu voto e propôs ajustes de redação na tese sobre responsabilização de plataformas digitais