Uso do capacete reduz risco de morte em acidentes de moto em mais de seis vezes
Dados mostram aumento nas autuações por falta do equipamento em 2025; especialistas alertam que o uso correto pode evitar sequelas irreversíveis
A
Alvaro Nocera
10/01/2026, 00:33 • Atualizado em 10/01/2026, 00:41
compartilhar
Cada vez mais presentes no trânsito das grandes cidades, os motociclistas estão entre os condutores mais vulneráveis a acidentes. Um item simples pode fazer a diferença entre a vida e a morte: o capacete.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Segundo o coordenador médico da AACD, Marcelo Ares, as consequências podem ser permanentes.
“O traumatismo pode ser grave. A pessoa pode ficar paraplégica ou tetraplégica”, afirma.
Acidentes envolvendo a cabeça estão entre os que mais causam mortes e sequelas irreversíveis no trânsito.
Cresce o número de autuações no Brasil
Dados da Secretaria Nacional de Trânsito mostram que, entre janeiro e dezembro de 2025, o Brasil registrou mais de 630 mil ocorrências relacionadas à falta do uso do capacete.
O número representa um aumento de 22,4% em relação a 2024.
Por que as multas aumentaram?
Para o presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ademir Santos, o crescimento está ligado a dois fatores: mais motos em circulação e fiscalização ampliada com câmeras.
“Hoje tem mais motos rodando. O aumento é proporcional e agora é possível autuar por câmeras, mas se perde um pouco da parte educativa”, avalia.
Que capacete é permitido por lei?
Não é qualquer equipamento que pode ser usado. O Código de Trânsito Brasileiro exige que o capacete:
Tenha selo do Inmetro
Esteja devidamente afivelado
Esteja em bom estado de conservação
O uso incorreto também é considerado infração.
Quem pilota sem capacete pode receber multa acima de R$ 200 e ainda ter a Carteira Nacional de Habilitação suspensa.
Uso do capacete reduz risco de morte em acidentes de moto em mais de seis vezesDados mostram aumento nas autuações por falta do equipamento em 2025; especialistas alertam que o uso correto pode evitar sequelas irreversíveisBrasil2026-01-10T00:33:45.387ZCada vez mais presentes no trânsito das grandes cidades, os motociclistas estão entre os condutores mais vulneráveis a acidentes. Um item simples pode fazer a diferença entre a vida e a morte: o capacete. O uso correto do equipamento reduz o risco de morte em mais de seis vezes e o de lesão cerebral em até 74%, segundo especialistas. + Segundo o coordenador médico da AACD, Marcelo Ares, as consequências podem ser permanentes. “O traumatismo pode ser grave. A pessoa pode ficar paraplégica ou tetraplégica”, afirma. Acidentes envolvendo a cabeça estão entre os que mais causam mortes e sequelas irreversíveis no trânsito. Cresce o número de autuações no Brasil Dados da Secretaria Nacional de Trânsito mostram que, entre janeiro e dezembro de 2025, o Brasil registrou mais de 630 mil ocorrências relacionadas à falta do uso do capacete. O número representa um aumento de 22,4% em relação a 2024. Por que as multas aumentaram? Para o presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ademir Santos, o crescimento está ligado a dois fatores: mais motos em circulação e fiscalização ampliada com câmeras. “Hoje tem mais motos rodando. O aumento é proporcional e agora é possível autuar por câmeras, mas se perde um pouco da parte educativa”, avalia. Que capacete é permitido por lei? Não é qualquer equipamento que pode ser usado. O Código de Trânsito Brasileiro exige que o capacete: O uso incorreto também é considerado infração. Quem pilota sem capacete pode receber multa acima de R$ 200 e ainda ter a Carteira Nacional de Habilitação suspensa.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/uso-do-capacete-reduz-risco-de-morte-em-acidentes-de-moto-em-mais-de-seis-vezes
Marina defende chapa com Tebet: uma preta, uma branca
Pré-candidata ao Senado aposta em dobradinha feminina em SP e afirma que candidaturas representam “lógica do encontro” em meio a cenário político dividido