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Tenente baleado: suspeito de participar do crime é preso

Investigação aponta para envolvimento do PCC; autor do disparo segue foragido

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A Polícia Militar prendeu mais um dos suspeitos de participar da tentativa de assassinato contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel. A prisão ocorreu na noite de terça-feira (7), em São Paulo.

O policial militar foi baleado na nuca durante uma emboscada em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, e segue internado em estado grave. Segundo as investigações, o suspeito de efetuar o disparo, identificado como Hércules da Costa Siqueira, integra a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Hércule, também conhecido como "Golias" e "Peruca", está foragido desde o dia do crime. Ele foi incluído na lista de Difusão Vermelha (Red Notice) da Interpol, após pedido da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP).

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Além disso, a polícia de São Paulo oferece R$ 50 mil por informações que levem à localização e prisão de Hércules. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque Denúncia, no telefone 181, ou pelo portal da Secretaria da Segurança Pública. O sigilo das informações fornecidas é garantido pelas autoridades.

A SSP orienta que a população não tente abordar o suspeito. Qualquer informação sobre o paradeiro de Hércules da Costa Siqueira deve ser comunicada imediatamente aos canais oficiais para auxiliar nas investigações e na prisão do investigado.

O crime

Ronickson Pimentel foi atacado enquanto trafegava de motocicleta pela Avenida Goiás, em São Caetano do Sul. Segundo a Polícia Militar, dois homens em outra motocicleta se aproximaram e efetuaram os disparos.

De acordo com o registro da ocorrência, o primeiro-tenente foi atingido na cabeça, sofreu parada cardiorrespiratória e recebeu atendimento do helicóptero Águia, sendo encaminhado ao Hospital Estadual Mário Covas. O boletim médico mais recente informa que ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado gravíssimo.

A Polícia Militar prendeu três pessoas suspeitas de envolvimento no crime. Segundo a corporação, um dos detidos confessou ter prestado apoio logístico aos executores, outro é investigado por auxiliar na ação e o terceiro foi apontado como peça fundamental para a identificação dos demais envolvidos. Um dos suspeitos acabou sendo liberado após prestar depoimento.

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