Brasil

Polícia ouve superintendente do Shopping Tijuca sobre incêndio que causou 2 mortes

Funcionária prestou depoimento para esclarecer falhas na infraestrutura e na brigada de incêndio

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Bruna Carvalho
13/01/2026, 22:05 • Atualizado em 14/01/2026, 01:48
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro ouviu, nesta semana, mais uma testemunha sobre o incêndio que atingiu o Shopping Tijuca, na capital fluminense, no início do mês, e deixou dois mortos e três feridos. A superintendente do estabelecimento, Adriana Santilhana, esteve na delegacia para prestar esclarecimentos.

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Segundo a polícia, Adriana Santilhana foi ouvida para fornecer informações sobre a equipe que realizou os primeiros combates às chamas e sobre as condições de infraestrutura do shopping no momento do incêndio.

Além da superintendente, o diretor de operações da brigada de incêndio do shopping também prestou depoimento na véspera. As oitivas fazem parte do inquérito que apura possíveis responsabilidades pelo ocorrido.

O incêndio aconteceu no início da noite do dia 2 de janeiro, quando cerca de sete mil pessoas estavam no local. De acordo com as investigações iniciais, o fogo teria começado no estoque da loja de decoração Bellart, localizada no subsolo do shopping.

Relatório apontava irregularidades antes do incêndio

Um relatório de vistoria, entregue seis dias antes do incêndio, já apontava irregularidades na loja onde o fogo começou. O documento foi assinado justamente pelos dois funcionários que morreram na ocorrência.

A perícia técnica ainda não foi finalizada devido às condições do subsolo do shopping, área onde o incêndio teve início, o que dificulta o trabalho dos especialistas.

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