Polícia investiga lista sexual com alunas em escola do Rio
Meninas adolescentes foram expostas em publicação com termos de conotação sexual; autores, todos menores, estão sendo identificados
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SBT Brasil
11/07/2026, 01:29 • Atualizado em 11/07/2026, 01:32
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a criação e divulgação de uma lista que classificava estudantes de uma tradicional escola particular da capital fluminense com termos de conotação sexual. O caso envolve pelo menos 65 adolescentes, com idades entre 14 e 17 anos, e é apurado como possível ato infracional praticado por menores de idade.
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Até o momento, vítimas, testemunhas e o diretor da instituição já prestaram depoimento. Os responsáveis pela publicação ainda estão sendo identificados pelas autoridades.
Segundo a investigação, a lista foi publicada em uma plataforma na internet e organizava os estudantes em diferentes categorias de cunho sexual. O caso só veio à tona depois que uma das adolescentes encontrou o próprio nome ao fazer uma pesquisa em um site de buscas.
Mesmo após a remoção do conteúdo, as autoridades alertam que imagens e cópias da publicação podem continuar circulando entre alunos e nas redes sociais, ampliando os impactos da exposição.
Escola repudiou publicação e acionou autoridades
Em nota, o Colégio Cruzeiro, uma das instituições de ensino mais tradicionais do Rio de Janeiro, com mais de 160 anos de história, repudiou a atitude dos estudantes envolvidos e informou que acionou imediatamente as autoridades competentes.
A escola afirmou ainda que solicitou a retirada da publicação da plataforma onde ela foi divulgada e que oferece apoio psicológico e acolhimento às vítimas e seus familiares.
Menores podem responder por atos infracionais
Por envolver adolescentes, os responsáveis pela publicação não respondem criminalmente como adultos, mas podem ser responsabilizados por atos infracionais previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Além da apuração conduzida pela Polícia Civil, os pais ou responsáveis pelos menores podem ser responsabilizados civilmente por eventuais danos causados às vítimas, incluindo indenizações por prejuízos morais decorrentes da exposição.
Especialistas destacam que, em casos de violência digital envolvendo adolescentes, o acolhimento das vítimas e o acompanhamento psicológico são fundamentais para reduzir os impactos emocionais e evitar novos episódios de cyberbullying.
Polícia investiga lista sexual com alunas em escola do RioMeninas adolescentes foram expostas em publicação com termos de conotação sexual; autores, todos menores, estão sendo identificadosBrasil2026-07-11T01:29:00.509ZA Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a criação e divulgação de uma lista que classificava estudantes de uma tradicional escola particular da capital fluminense com termos de conotação sexual. O caso envolve pelo menos 65 adolescentes, com idades entre 14 e 17 anos, e é apurado como possível ato infracional praticado por menores de idade. Até o momento, vítimas, testemunhas e o diretor da instituição já prestaram depoimento. Os responsáveis pela publicação ainda estão sendo identificados pelas autoridades. Segundo a investigação, a lista foi publicada em uma plataforma na internet e organizava os estudantes em diferentes categorias de cunho sexual. O caso só veio à tona depois que uma das adolescentes encontrou o próprio nome ao fazer uma pesquisa em um site de buscas. Mesmo após a remoção do conteúdo, as autoridades alertam que imagens e cópias da publicação podem continuar circulando entre alunos e nas redes sociais, ampliando os impactos da exposição. Escola repudiou publicação e acionou autoridades Em nota, o Colégio Cruzeiro, uma das instituições de ensino mais tradicionais do Rio de Janeiro, com mais de 160 anos de história, repudiou a atitude dos estudantes envolvidos e informou que acionou imediatamente as autoridades competentes. A escola afirmou ainda que solicitou a retirada da publicação da plataforma onde ela foi divulgada e que oferece apoio psicológico e acolhimento às vítimas e seus familiares. Menores podem responder por atos infracionais Por envolver adolescentes, os responsáveis pela publicação não respondem criminalmente como adultos, mas podem ser responsabilizados por atos infracionais previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Além da apuração conduzida pela Polícia Civil, os pais ou responsáveis pelos menores podem ser responsabilizados civilmente por eventuais danos causados às vítimas, incluindo indenizações por prejuízos morais decorrentes da exposição. Especialistas destacam que, em casos de violência digital envolvendo adolescentes, o acolhimento das vítimas e o acompanhamento psicológico são fundamentais para reduzir os impactos emocionais e evitar novos episódios de cyberbullying. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/policia-investiga-lista-sexual-com-alunas-em-escola-do-rio
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