Brasil

Opinião: As quatro operações básicas em 14 dias de calamidade no RS

A soma, que já contabiliza 116 mortos, 143 desaparecidos e 337.000 pessoas fora de casa dói demais para ser uma simples conta

R
Rafael Porfírio
Chuva no Rio Grande do Sul | Lauro Alves/ Secom

Chuva no Rio Grande do Sul | Lauro Alves/ Secom

Os números da tragédia ganham nomes em uma lista divulgada pelo governo do Rio Grande do Sul.

A soma, que já contabiliza 116 mortos, 143 desaparecidos e 337.000 pessoas fora de casa dói demais para ser uma simples conta. Já são quase dois milhões de afetados.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.

Siga no Google Discover

Os abrigos improvisados acolheram cerca de 70.000 pessoas. Gente que também sobrevive de doações e da solidariedade de estranhos.

Apesar de a matemática ser uma ciência exata, o resultado dessa tragédia ainda é incerto. O valor, de momento, representa o tamanho de uma dor que só se multiplica com o passar das horas e dias em quem perdeu tudo. Principalmente, um pai, uma mãe, um filho, um parente ou um amigo próximo.

Calcular como superar essa tragédia, é dividir o sentimento da perda com o impulso para seguir em frente, sem saber o que está por vir. Essa catástrofe climática pode até tirar, subtrair um pouco, o sentimento de esperança em muitos momentos, mas a situação não acaba ou retira o espírito de união.

Essas são as quatro operações básicas da matemática em 14 dias de calamidade no Rio Grande do Sul.

Últimas notícias