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Justiça Militar manda soltar 3 dos 15 PMs envolvidos no caso Gritzbach

Militares estavam entre os 15 acusados de atuar na segurança privada de Vinicius Gritzbach; outros policiais respondem também por homicídio na Justiça comum

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SBT News
11/09/2025, 06:29 • Atualizado em 11/09/2025, 06:29
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Antônio Vinicius Gritzbach | Reprodução

Antônio Vinicius Gritzbach | Reprodução

A Justiça Militar determinou na quarta-feira (10) a libertação de três policiais militares acusados de envolvimento com o delator do PCC Vinicius Gritzbach. A decisão foi tomada por maioria dos votos na Corte, após ouvir cinco das oito testemunhas de acusação, duas delas sob proteção.

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Com a decisão, foram soltos os soldados Júlio Cesar Scallet Barbini e Abraão Pereira Santana, além do 1º tenente Thiago Maschion Angelim da Silva.

Eles estavam entre os 15 PMs que começaram a ser julgados por suspeita de participação em um esquema de segurança privada para Gritzbach. No total, 18 policiais foram denunciados em maio: 15 por atuarem como seguranças do delator e três apontados como executores da morte dele.

A denúncia apresentada pelo Ministério Público à 1ª Auditoria da Justiça Militar inclui crimes como falsidade ideológica, promoção e integração em organização criminosa armada e organização para a prática de violência armada, todos previstos no Código Penal Militar.

Paralelamente ao julgamento militar, os três PMs acusados de executar Gritzbach e o motorista de aplicativo Celso Novais também respondem por homicídio na Justiça comum.

Segundo a investigação, Denis Martins e Ruan Rodrigues teriam efetuado os disparos de fuzil, enquanto Fernando Genauro teria levado os dois até o local do crime, ocorrido em novembro de 2024.

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